Influenciadora presa desde 2022 é liberada para o regime semiaberto
Influenciadora Ana Pink foi condenada a 13 anos de prisão por esquema de fraude com empréstimos consignados ligados ao INSS
atualizado
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Não é só a Deolane: nos últimos dias, além da influenciadora presa na manhã de quinta-feira (21/5), um outro caso envolvendo outra influenciadora também movimentou o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Nesse caso, o de Ana Paula Ferreira Duarte, mais conhecida como Ana Pink, que foi autorizada a progredir para o regime semiaberto.
A influenciadora foi presa pela primeira vez em março de 2022, após uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Ela chegou a passar para prisão domiciliar, em função de ter filhos com menos de 12 anos, mas foi presa novamente em 2025 após violar medidas cautelares. A transferência para o regime semiaberto, na Penitenciária Feminina de Campinas, ocorreu no dia 5 de maio.
Ana Pink foi condenada a 13 anos de prisão por envolvimento em um esquema de fraude com empréstimos consignados ligados ao Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS). Conforme a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPSP, à época, ela e o então marido, Maiclerson Gomes da Silva, teriam usado dados de aposentados e pensionistas obtidos de forma ilegal para contratar empréstimos sem autorização das vítimas.
O esquema teria movimentado mais de R$ 10 milhões, com centenas de milhares de pessoas tendo dados expostos.
Entenda o regime semiaberto
O regime semiaberto é um tipo de cumprimento de pena que fica no “meio termo” entre o fechado e o aberto. Na prática, o condenado não fica o tempo todo na penitenciária, voltando à unidade apenas para dormir. Durante o dia, tem permissão para trabalhar, estudar ou fazer outras atividades previamente autorizadas pela Justiça.
Em alguns casos, o semiaberto pode ser acompanhado do uso de tornozeleira eletrônica.















