Homem que espancou enteado até a morte é condenado a 25 anos de prisão

Segundo o MPSP, o homem cumprirá a pena em regime fechado, sem poder recorrer da decisão em liberdade. Ele matou enteado a pauladas em 2024

atualizado

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Imagem colorida de criança fazendo um coração com a mão; enteado teria sido morto pelo padrasto - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de criança fazendo um coração com a mão; enteado teria sido morto pelo padrasto - Metrópoles - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A Justiça condenou na última a quinta-feira (29/5) o homem de 46 anos que espancou até a morte o enteado de 12 anos, Luis Fellipe Darulis, no final de abril do último ano, na cidade de Monte Mor, interior de São Paulo. O réu foi condenado a 25 de anos de prisão.

Segundo o divulgado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), a pena será cumprida em regime fechado e o homem não poderá recorrer da decisão em liberdade.

Na decisão, o juiz Gustavo Nardi fixou a pena considerando a qualificadora de meio cruel e o agravante de a vítima ter menos de 14 anos. O último ponto foi estabelecido pela Lei Henry Borel.

De acordo com o órgão, os autos da ação penal apontaram que no dia 27 de abril do ano passado, no Jardim Campos Dourados, o agressor obrigou o enteado a fazer exercícios de agachamento como forma de punição. À época, a Polícia Civil passou a investigar uma possível motivação homofóbica do crime, após o condenado ter descoberto que o adolescente teria sofrido as represálias por gostar de brincar de bonecas.


Relembre a prisão

  • O homem foi preso em flagrante na ocasião dos fatos, após os médicos que atenderam o adolescente no Hospital Beneficente Sagrado Coração de Jesus, relatarem as marcas de agressão À Guarda Civil Municipal (GCM).
  • A vítima já chegou sem vida na unidade de saúde, afirmou a Prefeitura de Monte Mor.
  • Luis foi enterrado no cemitério municipal de Monte Mor, dois dias depois do crime.

Segundo o MPSP, a vítima foi agredida nas pernas e em outras partes do corpo com um pedaço de madeira. Além disso, o adolescente já havia sido vítima de outras agressões praticadas pelo condenado e só recebeu atendimento médico após a mãe dela chegar à residência.

Luis não resistiu e morreu. Ainda de acordo com a promotoria, o laudo necroscópico atestou a existência de “múltiplas lesões contundentes”.

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