Grupo de trabalho da USP estuda adoção de cotas PCD a partir de 2028

Grupo estuda diretrizes para adoção de cotas para pessoas com deficiências no vestibular que selecionará ingressantes de 2028 na USP

atualizado

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usp cria grupo de trabalho adoção cotas pcds 2028
1 de 1 usp cria grupo de trabalho adoção cotas pcds 2028 - Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A Universidade de São Paulo (USP) criou um grupo de trabalho para estudar as diretrizes de implementação das cotas para pessoas com deficiência (PCDs) no vestibular que selecionará os ingressantes de 2028, tanto para a Fuvest, o Provão Paulista e o Enem-USP.

A medida atende a legislação estadual publicada em julho de 2025, determinando a reserva de vagas para PCDs em cursos técnicos e de graduação nas instituições estaduais de São Paulo no prazo máximo de até dois anos a partir da data de publicação da medida.

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USP é a única instituição ibero-americana a figurar entre as 130 melhores do mundo
SÃO PAULO 16.01.2014 -  CIDADE METRÓPOLE - GERAL VIDA E - ESPECIAL USP ANIVERSÁRIO 80 ANOS - (((embargado))) - Fotos da Cidade Universitária no Butantã na zona oeste -    - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO
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SÃO PAULO 16.01.2014 - CIDADE METRÓPOLE - GERAL VIDA E - ESPECIAL USP ANIVERSÁRIO 80 ANOS - (((embargado))) - Fotos da Cidade Universitária no Butantã na zona oeste - - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

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O percentual de vagas reservadas deve ser, no mínimo, igual ao percentual de pessoas classificadas como com deficiência em todo o estado paulista segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Lei 18.167 também prevê que, caso seja comprovada a necessidade, as pessoas com deficiência aprovadas nos concursos terão direito a um acompanhante especializado. O grupo de trabalho da USP é formado por representantes da Pró-Reitoria de Graduação, da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento, de coletivos de pessoas com deficiência da Universidade e especialistas no tema.

O coletivo terá 120 dias para analisar dispositivos legais, discutir critérios e elaborar a minuta da resolução. O documento será ainda submetido à avaliação da Câmara de Cursos e Ingressos e da Câmara para Políticas de Inclusão de Pessoas com Deficiências da USP.

Depois, a minuta ainda deve ser corrigida e discutida na votação do Conselho de Graduação e no Conselho de Inclusão e Pertencimento até chegar ao Conselho Universitário, instância deliberativa máxima da instituição, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2027, passando a valer no vestibular que seleciona alunos que ingressarão em 2028.

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