Etiqueta trocada: polícia prende trio que exportava droga em aeroporto

Segundo SSP, suspeitos presos colocavam etiquetas de malas de passageiros em bagagens com drogas que eram enviadas para o exterior

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Foto colorida mostra tabletes de droga embalados em sacos pretos e celulares sobre mesa. Ao fundo, está um banner da Polícia Civil
1 de 1 Foto colorida mostra tabletes de droga embalados em sacos pretos e celulares sobre mesa. Ao fundo, está um banner da Polícia Civil - Foto: Divulgação/SSP

São Paulo – A Polícia Civil prendeu, na noite dessa quinta-feira (23/11), três funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, suspeitos de envolvimento em um esquema de troca de etiquetas de bagagens para enviar cocaína ao exterior. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, foram apreendidos 40 quilos da droga.

Segundo a pasta, policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) conseguiram flagrar o grupo depois de receberem informações sobre uma remessa de droga que chegaria ao aeroporto.

Os suspeitos, que atuavam na área restrita do aeroporto, introduziam malas com drogas em voos para o exterior e colocavam nelas etiquetas das malas de passageiros.

O esquema ficou conhecido em março, quando duas passageiras de Goiânia (GO) tiveram as bagagens trocadas por malas com cocaína e foram presas por tráfico internacional de drogas em Frankfurt, na Alemanha.

As malas de Jeanne Cristina Paolini Pinho e Kátyna Baía (veja imagens das goianas abaixo) foram despachadas no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, mas as etiquetas das bagagens foram trocadas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Cada uma tinha cerca de 20 quilos de cocaína. As bagagens originais das passageiras ainda não foram encontradas.

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Jeanne e Kátyna compartilham nas redes o amor por viagens
Jeanne é veterinária; Kátyna é personal trainer
(da esq para dir) A advogada Luna Provázio, Jeanne Paollini e Kátyna Baía - Arquivo Pessoal
Jeanne Paollini durante voo de volta ao Brasil - Arquivo Pessoal
Kátyna Baía em voo de retorno ao Brasil - Arquivo Pessoal
Brasileiras presas injustamente brindam com cerveja após serem soltas na Alemanha
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Brasileiras presas injustamente brindam com cerveja após serem soltas na Alemanha

Reprodução/ Redes Sociais
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Jeanne Paollini durante voo de volta ao Brasil - Arquivo Pessoal
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Jeanne Paollini durante voo de volta ao Brasil - Arquivo Pessoal

Kátyna Baía em voo de retorno ao Brasil - Arquivo Pessoal
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Kátyna Baía em voo de retorno ao Brasil - Arquivo Pessoal

As duas estão juntas há mais de 17 anos
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As duas estão juntas há mais de 17 anos

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Na época, oito pessoas foram presas suspeitas de envolvimento com o esquema. Como revelado pelo Metrópoles, eles recebiam do Primeiro Comando da Capital (PCC) uma média de R$ 30 mil por cada bagagem recheada com cocaína despachada para a Europa.

Empresário preso injustamente

Em outubro, o empresário líbio Ahmed Hasan, de 37 anos, foi preso injustamente após ter a etiqueta com seu nome colocada em bagagens que seguiram para a Turquia com 43 quilos de cocaína.

O caso de Ahmed, que tem cidadania brasileira, e sua esposa, Malak, foi revelado pelo Fantástico, da TV Globo. O programa exibiu imagens da apreensão de duas malas com a droga.

Segundo a reportagem, Ahmed e a mulher embarcaram para Istambul no dia 22 de outubro de 2022. Eles desembarcaram, pegaram suas malas e deixaram o local normalmente. Alguns dias depois, foram para a Líbia.

GLO

Desde 6 de novembro, vigora um decreto de garantia da Lei e da Ordem em portos e aeroportos do Rio de Janeiro e São Paulo. A medida estabelece a atuação das Forças Armadas no locais em parceria com a Polícia Federal.

A Secretaria de Segurança Pública não detalhou sobre se as Forças ou a PF colaboraram com a operação do Deic dessa quinta-feira (23/11).

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