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São Paulo

Eletricistas protestam contra risco de rompimento do contrato da Enel

Ato convocado por sindicato reúne trabalhadores e terceirizados da Enel em frente à Prefeitura de São Paulo na manhã desta quinta (12/3)

12/03/2026 12:13
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Divulgação/Sindicato dos Eletricitários de São Paulo
Ato de eletricitários na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo - Metrópoles

Um ato convocado pelo Sindicato dos Eletricitários de São Paulo reúne, na manhã desta quinta-feira (12/3), trabalhadores e terceirizados da Enel em frente à Prefeitura de São Paulo, na Praça do Patriarca, centro da cidade, Eles protestam contra o risco de rompimento de contrato da concessionária com a administração municipal.

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Manifestação foi convocada pelo Sindicato dos Eletricitários de São Paulo
Ato se posiciona contra o risco de rompimento de contrato da Enel
Ato de eletricitários na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo
Ato de eletricitários na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo
Ato de eletricitários na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo
Ato na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo
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Ato na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo

Divulgação/Sindicato dos Eletricitários
Manifestação foi convocada pelo Sindicato dos Eletricitários de São Paulo
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Manifestação foi convocada pelo Sindicato dos Eletricitários de São Paulo

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Ato se posiciona contra o risco de rompimento de contrato da Enel
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Ato se posiciona contra o risco de rompimento de contrato da Enel

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Ato de eletricitários na manhã desta quinta-feira (12/3) é realizado na Praça do Patriarca, zona central de São Paulo

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A mobilização acontece em meio às discussões sobre a possível caducidade da concessão da empresa na capital e na região metropolitana — o que, segundo o sindicato, pode acarretar demissões em massa. Há duas semanas, o colegiado da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu adiar a análise do fim do contrato.

O mérito do tema – isto é, se o fim da concessão é aplicável ou não – é julgado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira —  que, nessa quarta-feira (11/3), afirmou que o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), faz “politicagem” envolvendo os problemas do fornecimento de energia na cidade.

Nunes, que sempre defendeu o fim do contrato, reagiu às declarações de Silveira.

“Me causa muita infelicidade essa pessoa [Silveira] tratar um tema tão importante dessa forma. Não é a primeira vez que ele faz isso. Em outra oportunidade, ele já havia dito que eu e o governador [Tarcísio de Freitas] poderíamos chorar, que o contrato [com a Enel] seria renovado. Acho que ele está esquecendo de ver o que é importante nesse processo, que são as pessoas que ficam sem energia”, afirmou o prefeito.

De acordo com o Sindicato dos Eletricitários, se a caducidade for aprovada sem planejamento e garantias, poderá comprometer “a continuidade e estabilidade de um serviço essencial como o fornecimento de energia elétrica”.

O Metrópoles pediu um posicionamento da prefeitura sobre a mobilização desta quinta-feira e aguarda um retorno.

Em nota, a Polícia Militar (PM) informou que acompanha a manifestação, que ocorre de forma pacífica e sem ocorrências registradas relacionadas ao evento.

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