Dengue: Ministério da Saúde confirma 1° morte pela doença em SP no ano

Primeira morte por dengue no estado de SP foi registrada em Birigui, no interior. O falecido era um homem de 62 anos

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Foto ilustrativa de um homem segurando um estetoscópio Mais Médicos - Metrópoles
1 de 1 Foto ilustrativa de um homem segurando um estetoscópio Mais Médicos - Metrópoles - Foto: Creative commons

São Paulo — Segundo informações do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, foi confirmada a primeira morte por dengue no estado de São Paulo em 2025, registrada no município de Birigui. Até o momento, foram registrados 28 mil casos prováveis de dengue no estado e outros 45 óbitos seguem em investigação.

Nessa quarta-feira (15/1), o governo paulista apresentou o Plano de Contingência das Arboviroses Urbanas 2025/2026, que contém novas estratégias, ações e recomendações de combate à dengue, chikungunya e zika — medidas voltadas para acompanhamento dos casos e de resposta no atendimento aos pacientes.

Entenda:

  •  De acordo com informações do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, São Paulo registra 28 mil casos prováveis de dengue. Outros 45 óbitos são suspeitas;
  • Desde o início de 2025, o número de casos de dengue no estado de São Paulo já é maior do que nas duas primeiras semanas de 2024, segundo o painel;
  • No ano passado, no mesmo período, foram 16.291 casos sob investigação. Neste ano, já são 28.402 casos, 12.111 a mais;
  • O primeiro óbito em São Paulo, em 2025, aconteceu, nessa terça-feira (14/1), em Birigui, município do interior do estado;
  • O falecido era um homem de 62 anos;
  • Nessa quarta (15/1), foi apresentada pela Secretaria do Estado de Saúde (SES), o Plano de Contingência das Arboviroses Urbanas para o biênio 2025/2026;
  • A ação contém as principais estratégias, ações e recomendações de combate à dengue, chikungunya e zika. Com uma nova metodologia para acompanhamento dos casos e de resposta no atendimento aos pacientes, o plano foi apresentado na Sala de Situação montada pela Pasta;
  • Em nota, o Ministério da Saúde afirmou ao Metrópoles um incremento no orçamento em combate às arboviroses para este verão: “O Ministério da Saúde mantém ininterruptas as ações de combate à dengue e reforçou as medidas de prevenção, controle e preparação da rede de assistência de forma antecipada, antes do período de elevação dos casos. Houve incremento de 50% do orçamento destinado ao controle da doença – totalizando R$ 1,5 bilhões para o atual período sazonal”.

O que é a dengue?

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti.

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Febre alta (39°C a 40°C), dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos são alguns dos sintomas
52.684 mil doses foram aplicadas em crianças
No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti
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No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti

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Febre alta (39°C a 40°C), dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos são alguns dos sintomas
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Febre alta (39°C a 40°C), dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos são alguns dos sintomas

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52.684 mil doses foram aplicadas em crianças
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52.684 mil doses foram aplicadas em crianças

Fotos : Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
  • Segundo o Ministério da Saúde, a dengue é uma doença “febril aguda, sistêmica, dinâmica, debilitante e autolimitada”;
  • A maioria dos doentes se recupera, mas parte deles pode progredir para formas graves e há risco de morte;
  • São comuns os sintomas: febre alta (39°C a 40°C), dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos.

Todo indivíduo que apresentar dois ou mais desses sintomas devem procurar imediatamente o serviço de saúde.

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