Cúpula financeira do PCC no Vale e no litoral é alvo de operação

Operação da Polícia Civil contra cúpula financeira do PCC cumpre seis mandados de prisão e 10 de busca e apreensão

atualizado

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Polícia Civil/Divulgação.
Foto colorida de operação cúpula financeira, realizada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (14/4), no Vale do Paraíba e litoral norte de São Paulo.
1 de 1 Foto colorida de operação cúpula financeira, realizada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (14/4), no Vale do Paraíba e litoral norte de São Paulo. - Foto: Polícia Civil/Divulgação.

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (14/4), uma operação para prender pessoas ligadas à cúpula financeira do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Vale do Paraíba e no litoral norte de São Paulo. Um balanço preliminar aponta que três pessoas foram presas — uma delas seria a responsável pelo setor financeiro da facção criminosa.

Segundo as investigações, o grupo tinha um esquema estruturado para recolher o dinheiro da venda de drogas e e de outras atividades ilícitas do crime organizado.

A Justiça decretou a prisão temporária de seis pessoas, inclusive o líder do financeiro do PCC. Também estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em endereços ligados à organização. As diligências acontecem nas cidades de São José dos Campos, Guaratinguetá e Lorena, no interior do estado, e em São Sebastião, Caraguatatuba e Praia Grande, no litoral paulista.

Fontes ouvidas pelo Metrópoles contaram que o esquema foi descoberto a partir da abordagem de uma mulher. Na ocasião, ela foi flagrada transportando quase R$ 8 mil. Ela tinha saído do litoral norte de São Paulo e seguia para São José dos Campos. O dinheiro tinha forte odor de entorpecentes, o que reforçou suspeitas de que fosse proveniente do tráfico de drogas.

Cúpula “organizada e hierarquizada”

A investigação descobriu que a cúpula era “organizada, estável e hierarquizada” — cada membro do PCC tinha uma função específica, incluindo atividades de transporte e arrecadação do dinheiro da venda de drogas no Vale do Paraíba e litoral norte.

Para se comunicar, o grupo usava palavras cifradas, uso de telefones de terceiros e rotina operacional destinada à ocultação do dinheiro.

Até o momento, três pessoas, incluindo o chefe do setor financeiro, foi preso. Ele coordenava a arrecadação do dinheiro e cuidava da logística — como o gerenciamento do fluxo financeiro, a ocultação e a lavagem de valores.

A operação segue em andamento.

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