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Conheça os chás diuréticos que fazem sucesso nas bancas de ervas de SP

Bancas e lojas de ervas de SP têm chás para todos os gostos. Os destaques são aqueles que são diuréticos e ajudam no emagrecimento

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gin tônica com hibisco
1 de 1 gin tônica com hibisco - Foto: Gettyimages

São Paulo — Chás que são diuréticos e ajudam no emagrecimento têm feito sucesso entre consumidores que vistam as banquinhas de rua e lojas de produtos naturais de São Paulo.

Entre variados tipos, o chá que mais tem despertado o interesse das pessoas e se popularizado é o de hibisco, seguido também por outros como cavalinha e espinheira santa, segundo comerciantes ouvidos pelo Metrópoles.

Apesar do apelo e de ser facilmente encontrado, especialistas afirmam que, como em qualquer outra infusão, é preciso muito cuidado no consumo desse tipo de substância, que ganhou as xícaras, copos e canecas do paulistano.

Quem estuda o assunto afirma também que é preciso ter atenção ao local onde se compra ervas em geral para evitar falsificações, além de contar com a prescrição e acompanhamento de profissional especializado.

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Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo
Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo
O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo
O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo
Banca de ervas na região do Largo da Batata, em São Paulo
Saquinho de hibisco, em banquinha na região do Parque Dom Pedro
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Saquinho de hibisco, em banquinha na região do Parque Dom Pedro

Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo
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Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo
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Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, e Aureci Moreira Santana, 59 anos, vendedoras de ervas na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo

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O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo
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O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo

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O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo
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O terapeuta naturalista Francisco Oliveira, 73 anos, na zona cerealista, em São Paulo

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Banca de ervas na região do Largo da Batata, em São Paulo
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Banca de ervas na região do Largo da Batata, em São Paulo

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A comerciante Leidiane Fernandes Souza, 42 anos
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A comerciante Leidiane Fernandes Souza, 42 anos

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O vendedor de garrafadas Raimundo Nonato Ribeiro, 65 anos
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O vendedor de garrafadas Raimundo Nonato Ribeiro, 65 anos

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A comerciante Luiza Campos Figueiredo, 39 anos, que trabalha há 16 anos com produtos naturais no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste da capital, não hesita ao apontar o hibisco como favorito, contando que chega a vender até 25 saquinhos por dia.

“Para perder peso, para infecção urinária, mas não pode ser tomado muito, porque pode dar até infertilidade”, afirma a vendedora. Segundo ela, depois do hibisco vem a cavalinha. “É diurético. Serve também para perder peso, para infecção urinária e do útero”, diz.

Emagrece

Já na região central, a vendedora Ana Claudia Santana de Jesus, 36 anos, trabalha com a mãe sob uma passarela do lado de fora do terminal de ônibus do Parque Dom Pedro. A lista dos mais procuradores na barraquinha traz também hibisco e cavalinha como preferidos, seguido pela camomila.

“O hibisco ajuda no emagrecimento e na gordura do fígado. O de camomila é mais para dormir mesmo, para o processo de insônia. O chá de cavalinha é diurético, ajuda a eliminar a retenção de líquido”, afirma.

A barraca é antiga, tradicional e tem clientela fiel, segundo mãe e filha. Elas contam que recebem pessoas até mesmo de outros estados, como Mato Grosso e Santa Catarina. “Os médicos estão prescrevendo remédio natural. Antigamente, era só manipulado, remédio de farmácia”, diz. “Já vêm com a receitinha na mão”, conta Ana Claudia.

Garrafadas

Além dos chás, também fazem sucesso as garrafadas. Na barraca de Raimundo Nonato Ribeiro, 65 anos, a preferida é a de Flor do Amazonas. “Para todo o tipo de intestino dentro da pessoa. Fígado, rim, todo tipo de intestino. Com 20 minutos, você já está sentindo a melhora”, diz. “É a principal. O pessoal chega procurando, a gente sabe o que é e indica, porque é a melhor”, afirma.

Outra garrafada que faz sucesso na barraquinha de Raimundo é o “Xarope da Vovó Isabel”. O rótulo diz que pode ser tomada até por bebês a partir de três meses. “Para bronquite, tosse, essas coisas”, afirma o Raimundo.

O vendedor diz que os compradores não costumam voltar para criticar. “Ninguém vem reclamar, porque a gente vende sabendo que o produto é de qualidade.”

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