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Castro e Motta são homenageados por batalhão de elite da PM de SP. Veja vídeo

Evento da Rota em São Paulo marcou último ato de Guilherme Derrite (PP) como secretário da Segurança Pública

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O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), em evento na Rota, em SP - Metrópoles
1 de 1 O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), em evento na Rota, em SP - Metrópoles - Foto: Renan Porto/Metrópoles

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), seu secretário da Segurança Pública, Victor César, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), são homenageados na manhã desta segunda-feira (1º/12) no aniversário das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), batalhão de elite da Polícia Militar de São Paulo.

A homenagem na sede da Rota, na região central de São Paulo, acontece cerca de um mês após a operação que deixou 117 mortos nas comunidades da Penha e do Alemão na capital fluminense. Na época, a ação foi elogiada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pelo secretário da Segurança paulista, Guilherme Derrite (PP), que também participam do evento.

O evento desta segunda-feira marca o último ato de Derrite no cargo. Fora da secretaria, ele retorna à Câmara dos Deputados, onde deve se preparar para disputar uma vaga no Senado. Em seu lugar, assume o secretário executivo Osvaldo Nico Gonçalves.

A homenagem a Motta acontece após o presidente da Câmara conceder a Derrite a relatoria do projeto de lei Antifacção, contrariando o desejo do governo federal. Após seis versões e diversas críticas, o texto foi aprovado na Casa.

Também foram homenageados o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jorge Oliveira, o deputado federal Carlos Sampaio (PSD), entre outros.

Derrite volta à Câmara

Após quase três anos como secretário em São Paulo, Derrite reassume sua cadeira na Câmara dos Deputados e começa a se preparar para a eleição de 2026, em que deve disputar vaga no Senado.

Como bandeira de campanha, Derrite deve apostar no combate ao crime organizado, enaltecendo operações feitas durante sua gestão pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) com apoio da PM e na diminuição no número de roubos.

A saída de Derrite da pasta da Segurança Pública ocorre cerca de cinco meses antes do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para que ele permanecesse no cargo antes de concorrer em 2026.

Em novembro, ele já havia se licenciado temporariamente, por cerca de duas semanas, para relatar o projeto de lei Antifacção na Câmara dos Deputados. Antes de ser aprovado, o texto foi duramente criticado por opositores e autoridades de diferentes esferas, que diziam que a proposta criava dificuldades para a investigações nos estados.

Na semana passada, Derrite retornou à pasta por uma semana, antes de deixar o cargo de forma definitiva nesta segunda-feira.

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