Em ato, Flávio acena às mulheres, ataca Lula e poupa ministros do STF. Vídeo

Ato bolsonarista na Av. Paulista neste domingo (1º/3) foi marcado por duros ataques de deputados do PL e Malafaia a Moraes e Toffoli

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1 de 1 flavio-discursa-na-paulista-ao-lado-de-caiado - Foto: Fraga Alves/Especial Metrópoles

A primeira manifestação bolsonarista deste ano na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (1º/3), foi marcada por duros ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), feitos por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e um discurso calibrado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que centrou fogo no petista, poupou os magistrados da Suprema Corte, e fez diversos acenos a aliados políticos e ao eleitorado feminino.

O ato deste domingo também foi o primeiro desde a prisão de Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, e da escolha de Flávio como pré-candidato à Presidência da República pelo campo bolsonarista. O tom das críticas ao STF não era consenso entre os organizadores, mas parlamentares bolsonaristas, como Nikolas Ferreira (PL-MG), e o pastor Silas Malafaia, fizeram discursos duros contra os ministros da Corte.

A manifestação “Acorda Brasil” também aconteceu em outras capitais brasileiras. Em São Paulo, além de Flávio, outros dois presidenciáveis, Ronaldo Caiado (PSD), governador de Goiás, e Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, foram ao ato na Avenida Paulista neste domingo, assim como o prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB).

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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil)
Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo)
Presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, chega, na tarde deste domingo (1º/3), à Avenida Paulista, para participar de ato que defende a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)
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Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo)

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Presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, chega, na tarde deste domingo (1º/3), à Avenida Paulista, para participar de ato que defende a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar
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Presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, chega, na tarde deste domingo (1º/3), à Avenida Paulista, para participar de ato que defende a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar

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Valdemar Costa Neto em ato que pede o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Valdemar Costa Neto em ato que pede o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

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Deputado Federal Guilhereme Derrite (PP-SP)
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Deputado Federal Guilhereme Derrite (PP-SP)

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Deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos-SP), líder do movimento NasRuas, organizador do evento, com Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro
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Deputado estadual Lucas Bove (PL-SP)
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Deputado estadual Lucas Bove (PL-SP)

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Rosana Valle (PL-SP)
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Rosana Valle (PL-SP)

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Bia Kicis (PL-DF)
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Bia Kicis (PL-DF)

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Paulo Bilynskyj (PL-SP) na manifestação bolsonarista Acorda Brasil
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Paulo Bilynskyj (PL-SP) na manifestação bolsonarista Acorda Brasil

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Senador Marcos Rogério (PL-RO) em manifestação bolsonarista
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Senador Marcos Rogério (PL-RO) em manifestação bolsonarista

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Valéria Bolsonaro (PL-SP)
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Valéria Bolsonaro (PL-SP)

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Coronel Telhada (PP-SP)
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Coronel Telhada (PP-SP)

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Protesto da direita
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Protesto de bolsonaristas na Avenida Paulista
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Protesto de bolsonaristas na Avenida Paulista

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Manifestantes pedem liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado
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Manifestantes pedem liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado

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Manifestantes pedem liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado

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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

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O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desfalcou a manifestação bolsonarista porque viajou para a Alemanha para participar do evento Intercontinental Dialogues, que terá a participação do ministro do STF André Mendonça, além de outras autoridades do mundo jurídico, político e empresarial.

Flávio mira Lula e eleição

Último a discursar na Avenida Paulista, o senador Flávio Bolsonaro fez questão de agradecer o apoio que recebeu do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito Ricardo Nunes, o deputado Nikolas Ferreira e o pastor Silas Malafaia pela organização da manifestação, e os governdores Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (PSD) pela participação no ato.

Flávio fez duros ataques ao presidente Lula, citando escândalos de corrupção nos governos do PT, como mensalão, petrolão e a Farra do INSS, revelada pelo Metrópoles, e as suspeitas sobre o filho mais velho do petista, e poupou os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, princiapais alvos, junto com Lula, dos bolsonaristas que foram à manifestação.

“Todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei. E isso não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado Federal. Mas o povo brasileiro vai ter a oportunidade esse ano de escolher candidatos que se comprometam com o resgate da nossa democracia, porque nosso alvo nunca foi o Supremo”, disse Flávio.

“Nós sempre dissemos que o Supremo é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro”, completou o senador do PL, que não citou o nome de nenhum ministro do STF.

Flávio explorou as suspeitas sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no escândalo do INSS para atacar o atual presidente da República e provável adversário na eleição de outubro. “Eu quero falar para as pessoas que me atacam, porque eu aprendi honestidade em casa, sou filho de Bolsoanro, não sou filho do Lula. Porque se eu fosse filho do Lula estaria sendo acusado de receber mensalão de R$ 300 mil do roubo dos aposentados do INSS”, disse Flávio.

“É por isso que ninguém aguenta mais qautro anos de PT. E nós vamos tirar essa corja de Brasília”.

O presidenciável bolsonarista fez um forte aceno às mulheres durante seu discurso, citando sua esposa e as duas filhas, e dizendo que “as mulheres serão, de verdade, abraçadas e protegidas, sem hipocrisia” em um eventual governo seu.

Flávio também destacou que no governo de Jair Bolsonaro o valor pago às famílias de baixa renda pelo Bolsa Família foram maiores do que o que elas recebem agora na gestão Lula. Ele disse que durante a pandemia o ex-presidente passou a pagar R$ 600 de benefício e que “quem era mãe solo recebia o dobro”.

“O Bolsonaro estendia a mão para as pessoas que mais precisavam. E hoje, o que nós vemos? Nós vemos o Lula gastando R$ 1,4 bilhão no seu cartão corporativo, levando vida de rico, esbajnando com a primeiro-dama, ficando em hotéis de luxo”, completou o senador, citando os gastos do presidente durante a COP30, em Belém, no fim do ano passado.

Ataques a Lula e ao STF

Penúltimo a discursar na Paulista, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou sua fala dizendo que iria “dar lapada em muita gente” e elencou os motivos pelos quais defende a queda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

No trecho mais duro de seu discurso, Nikolas chamou Lula de “bandido”, dizendo que vai derrubar o veto do presidente ao PL da Dosimetria que reduziu as penas aos condenados pelo 8/1, e disse que o destino final de Moraes será a prisão.

“Não falta dinheiro em Brasília. Falta vergonha na cara, falta caráter, falta homem de verdade para tocar esse país”, disse Nikolas. “Quero dar um recado para o Lula, seu bandido, nós vamos derrubar o veto da dosimetria”.

“E nós estamos aqui pelo fora Moraes. O destino final do Alexandre de Moraes não é impeachment, não. O destino final dele é a cadeia”, completou Nikolas.

O deputado criticou Toffoli por ter iniciado o inquérito das fake news em 2019, que mirou políticos e militantes bolsonaristas, e disse que se a esquerda também quer derrubar Toffoli, ele não será o único a cair. “Se a gente derrubar um, cai o outro, cai Moraes, cai todo mundo. Não vem com essa ‘vai fazer impeachment de um e vai parar'”.

Já o pastor Silas Malafaia acusou o ministro Alexandre de Moraes de corrupção por causa do contrato de R$ 129 milhões do escritório de advocacia da mulher dele com o Banco Master.

“A mulher de Alexandre de Moraes tem um contrato de R$ 129 milhões com Banco Master para fazer o quê? Nada. Sabe o que significa isso? Corrupção deslavada. Compra do poder de Alexandre de Moraes”, disse Malafaia. “Ele [Moraes] foi comprado. Seu poder foi comprado”, completou.

Malafaia afirmou que Moraes até agora “não veio a público para dar satisfação dessa imoralidade” e disse que o STF está “desmoralizado” com o escândalo do Banco Master. “Alexandre de Moraes e Dias Toffoli tinham de estar afastados do STF. Não tem moral para julgar ninguém”.

Vários deputados estaduais e federais de São Paulo discursaram em cima do trio elétrico na Paulista para um público que segurava faixas e cartazes com os dizeres “Libertem Bolsonaro”, “Fora Moraes”, “Fora Lula” e “STF Organização Criminosa”.

Em uma rápida fala, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ), puxou um coro “Fora Alexandre de Moraes” e “Fora Lula” repetidas vezes em cima do trio elétrico. Na sequênia, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) incluiu o nome do ministro Dias Toffoli na lista de ataques.

Durante o ato, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) entrou ao vivo dos Estados Unidos, por chamada de vídeo feita dentro do carro, para agradecer o apoio ao seu pai e defender a eleição de seu irmão presidente da República. “Vocês estão fazendo valer a pena todo o sacrifício”, disse Eduardo. “Com certeza um recado fica cada vez mais forte que nós preferimos as lágramas da derrota do que a vergonha de não ter lutado”.

“Anistia com a eleição do Flávio Bolsonaro presidnete e com uma bancada de depuatdos e senadores fortes e valentes”, completou Eduardo Bolsonaro.

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou que Moraes não explicou o contrato milionário que o escritório de advogacia da mulher dele tinha com o Banco Master e criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilo feita pela CPI do Crime Organizado da empresa de Dias Toffoli que foi proprietária do resort no Paraná que teve um fundo ligado ao cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, como sócio.

“Uma aberração. Simplesmente, Gilmar Mendes decide ajudar o amigo Toffoli. Tudo o que eles querem é que nós sejamos mansos
Mas vou dizer, acabou o tempo do medo”, disse Gayer.

O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo, que fez um breve discurso atacando o presidente Lula e poupando o STF. Derrite chamou o petista de “descondenado” e celebrou a aprovação do PL Antifacção, do qual foi relator. “Acabamos com o direito do voto dentro de presídio. Chega de bandido votar”, disse.

“A gente sabe que nada do que está acontecendo é legal. Tudo é uma perseguição política, foi julgado por um tribunal de inimigos. Então, a gente precisa mostrar para o sistema que a gente está mais vivo do que nunca”, disse o deputado federal Mário Frias (PL-SP).

Já a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) explicou que ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não foi ao ato em São Paulo porque fez uma cirurgia recente e citou a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em ataque feito pelos Estados Unidos e Israel, como exemplo de combate a regimes opressores. “Estamos assistindo no mundo um grande despertar. O regime opressor ruiu, viva a liberdade”, disse.

Em cima do trio, a parlamentar listou o repertório dos ataques bolsonaristas ao STF e a Lula, incluindo as suspeitas sobre o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no escândalo do INSS. “Estamos revelando os corruptos, não só os pequeninos. Os grandes tubarões também. Nós relevamos o esquema do Lulinha. Nós queremos os corruptos na cadeia e queremos liberdade para os presos políticos, para os perseguidos”, disse.

“Vamos buscar a CPMI do Banco Master. Nós não temos bandido de estimação. Nós queremos todos os corruptos na cadeia. Libertem Jair Messias Bolsonaro. E fora Lula, fora Toffoli, fora Moraes. Acorda Brasil”, disse Bia Kicis.

 

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