1 de 1 Ana Oliveira e a mãe de Tainara - Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP). - Metrópoles
- Foto: Fábio Vieira/Especial Metrópoles @fabiovieirafotorua
Manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para uma caminhada contra o feminicídio na manhã deste domingo (8/3), quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Durante o ato, a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos), mãe de Isabella Nardoni, morta aos 5 anos de idade em 2008, cobrou lei mais rígidas para combater a violência contra a mulher.
“A gente começou o ano de 2026 com índices extremamente alarmantes, com recordes de feminicídio. O nosso movimento é para dar visibilidade, levantar a bandeira das mulheres”, disse Ana Carolina que, juntamente com a deputada federal Renata Abreu (Podemos), convocou o ato na Paulista.
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Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP).
Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP).
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Ana Oliveira e a mãe de Tainara - Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP).
Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP).
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Caminhada contra o Feminicídio na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de Março de 2026. O ato, organizado pela Deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) em parceria com a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP).
A vereadora também defendeu que os familiares de vítimas do feminicídio sejam protegidos. “Quem fala sobre quem fica?”, perguntou Ana Carolina. “Quais são as políticas para quem fica? Precisa tratar esse tema no Congresso.”
Além da caminhada desta manhã, está programada para a tarde uma manifestação convocada por partidos e movimentos de esquerda. Entre as pautas colocadas como principais, além dos feminicídios, estão melhores condições de vida e trabalho, com foco no fim da escala 6×1; fim da violência policial contra o povo negro e periférico; e retomada de aborto legal no Hospital Vila Nova Cachoeirinha.
Violência contra a mulher
Em São Paulo, os feminicídios aumentaram 96,4% em 2025, em comparação com 2021, segundo levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgado na quarta-feira (4/3).
Os dados revelam que foram mais de 281 mil boletins de ocorrência por feminicídio, estupro e lesão corporal, entre outros, como calúnia e ameaça.
Em meio a tantos ataques, as cidades viram “campo minado” para as mulheres. “Acho que, como mulher, temos medo de todas as pessoas que passam por você, porque tudo pode representar uma ameaça. O tempo inteiro em que a gente anda na rua se sente desprotegida. Se tiver um pessoal passando a seu lado, atrás de você, todo olhar, toda sombra, podem ser um perigo. Então, tenho medo de andar na rua, basicamente”, afirma a estudante Maila Maricato, 20 anos.