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São Paulo

Após chuvas, litoral de SP segue com abastecimento de água afetado.

Cinco cidades da Baixada sofrem impactos da tempestade que atingiu estação de tratamento de água no domingo (4/1). Sabesp atua no local

06/01/2026 11:16, atualizado 06/01/2026 11:18
Divulgação/Sabesp
Remoção de galhos e árvores na ETA Mambu-Branco, em Itanhaém: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista - Metrópoles

A tempestade que atingiu o litoral paulista na madrugada de domingo (4/1) ainda causa impactos na região: pelo menos cinco cidades da Baixada Santista estão com o abastecimento de água afetado por causa dos estragos na Estação de Tratamento de Água (ETA) Mambu-Branco, em Itanhaém.

Os municípios impactados pelo desabastecimento são, além de Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e a área continental de São Vicente. A Sabesp informou que realiza a remoção de árvores e troncos que estão obstruindo parte da infraestrutura de captação de água da estação (veja acima).

A empresa afirmou, também, que realiza ajustes preventivos e corretivos no processo de tratamento, pois as águas estão extremamente barrentas. “O aumento da turbidez dos mananciais impacta diretamente o processo de tratamento da água”, explicou a Sabesp.

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Remoção de galhos e árvores na ETA Mambu-Branco, em Itanhaém: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista
Remoção de galhos e árvores na ETA Mambu-Branco, em Itanhaém: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista
ETA Mambu-Branco, em Itanhaém, atingida por galhos e árvores após fortes chuvas no litoral: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista
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ETA Mambu-Branco, em Itanhaém, atingida por galhos e árvores após fortes chuvas no litoral: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista

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Remoção de galhos e árvores na ETA Mambu-Branco, em Itanhaém: problema tem afetado o abastecimento de água em cidades da Baixada Santista
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Para minimizar os impactos à população, a Sabesp tem reforçado o abastecimento com caminhões-pipa nas regiões mais afetadas.

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“A colaboração de todos, no entanto, é essencial neste momento com o uso consciente da água, evitando desperdícios como lavar carros e calçadas ou encher piscinas, priorizando as atividades essenciais”, recomendou a companhia, em nota.

Desabastecimento em outras cidades

Outras cidades do litoral de São Paulo têm enfrentado problemas de desabastecimento em meio ao forte calor e à alta temporada turística. Conforme mostrou o Metrópoles, algumas regiões chegaram a ficar até sete dias sem água recentemente.

A Sabesp citou um “um cenário atípico de altas temperaturas”, o que elevou o consumo e aumentou a demanda nos últimos dias.

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Uma das pessoas ouvidas pela reportagem, o comerciante Manoel Gaia, dono de um restaurante no bairro da Pompeia, em Santos, contou que, no auge da crise, precisou comprar água mineral para oferecer aos funcionários, lavar louça, limpar o chão e até para dar a descarga. “É uma palhaçada, uma falta de respeito”, disse.

Um vídeo feito por ele viralizou nas redes e o comerciante foi procurado pela Sabesp, que abasteceu o local emergencialmente com caminhão-pipa. “Neste domingo (4/1), em nova vistoria realizada junto ao proprietário, foi confirmado que o fornecimento de água das redes de distribuição da empresa está normalizado”, informou a Sabesp.