Trump confirma tarifas contra Canadá, México e China para 4 de março

Presidente dos EUA disse em rede social que drogas continuam chegando pelas fronteiras do país “em níveis muito altos e inaceitáveis”

atualizado

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Presidente dos EUA, Donald Trump, com a expressão séria - Metrópoles
1 de 1 Presidente dos EUA, Donald Trump, com a expressão séria - Metrópoles - Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (27/2) que o aumento das tarifas sobre produtos importados do Canadá, México e China entra em vigor a partir de 4 de março. No caso de itens canadenses (exceto os ligados a energia) e mexicanos, a sobretaxa é de 25%. Para os artigos chineses, foi fixado o valor de 10%

No início de fevereiro, Trump havia adiado a cobrança das taxas, depois que Canadá e México anunciaram medidas de segurança para conter o tráfico de drogas nas fronteiras do país. Na ocasião, por conta das suspensão temporária, o mercado ficou em dúvida se as medidas seriam de fato implementadas.

Agora, o republicano voltou à carga, especificando a nova data para a aplicação das sobretaxas. Para isso, e em relação ao México e o Canadá, o presidente dos EUA alegou que as drogas continuam chegando “em níveis muito altos e inaceitáveis” por meio dos países vizinhos.

“Não podemos permitir que esse flagelo continue a prejudicar os EUA e, portanto, até que pare ou seja seriamente limitado, as tarifas propostas, programadas para entrar em vigor em 4 de março, de fato, entrarão em vigor, conforme programado”, escreveu o republicano, na rede social Truth Social. “A China também será cobrada com uma tarifa adicional de 10% nessa data.”

No caso Chinês, o problema está relacionado à guerra comercial entre os dois países. Além da taxa adicional de 10%, Trump acrescentou que seu plano de tarifas recíprocas continuará conforme o previsto, com data marcada para 2 de abril.

Dólar em alta

As sucessivas manifestações de Trump sobre tarifas vêm provocando solavancos frequentes no mercado. Para muitos especialistas do setor, elas podem desestruturar o comércio internacional, o que provoca incertezas. Sempre que isso ocorre, os investidores procuram proteção no dólar.

Nesta quinta-feira, não foi diferente. O índice DXY, que mede a força do dólar frente uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, anotava avanço de 0,68%, às 13h25, da moeda americana. No mercado brasileiro, no mesmo horário, ela subia 0,48%, cotada a R$ 5,82.

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