Piora avaliação dos brasileiros sobre a economia, diz Genial/Quaest

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem sua atuação à frente da pasta avaliada como regular por 30% dos entrevistados, mostra pesquisa

atualizado

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Imagem de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, falando ao microfone. Ele veste um terno azul, camisa branca e gravata branca. Ao fundo, um painel azul - Metrópoles
1 de 1 Imagem de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, falando ao microfone. Ele veste um terno azul, camisa branca e gravata branca. Ao fundo, um painel azul - Metrópoles - Foto: Flickr/Ministério da Fazenda

A queda na aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), detectada pela pesquisa da Quaest encomendada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (25/10), pode ter relação com a piora na avaliação dos brasileiros sobre a economia.

De acordo com o levantamento, 33% dos entrevistados em outubro afirmaram que o cenário econômico do país melhorou nos últimos 12 meses – em agosto, esse percentual era de 34%.

Para 32% dos pesquisados, a economia piorou (eram 23% em agosto), enquanto 33% consideram que ela está do mesmo jeito (ante 39% da pesquisa anterior). Não souberam ou não responderam 2% dos entrevistados.

Haddad “regular”

Nesse contexto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), tem sua atuação à frente da pasta avaliada como regular por 30% dos entrevistados. São 26% os que consideram sua gestão positiva e 26% aqueles que a avaliam como negativa.

“É ele (Haddad) quem tende a pagar o preço do sucesso ou do fracasso da agenda econômica do governo”, afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest e especialista em pesquisas de opinião e redes sociais.

Expectativa para os próximos meses

Segundo o levantamento da Quaest, 50% dos brasileiros acredita que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses (eram 59% em agosto). Para 29%, ela vai piorar (ante 22% na pesquisa anterior), enquanto 18% dizem que ficará do mesmo jeito (eram 16%).

Inflação

Para 57% dos entrevistados, os preços das contas subiram, enquanto 10% dizem que baixaram. No caso dos alimentos, são 42% os que consideram que os preços aumentaram e 34% aqueles que dizem o contrário. Nos combustíveis, 43% veem alta nos preços e 24%, queda.

Segundo 47% dos brasileiros, a inflação vai aumentar no país, ante 16% que apostam em queda. São 30% aqueles que acham que ela não vai nem subir nem cair.

Desemprego e salário

Em relação ao desemprego no Brasil, 40% dos entrevistados afirmaram que ele deve aumentar nos próximos meses, enquanto 27% disseram que diminuirá. Para 29%, a situação ficará como está.

Segundo 28% dos entrevistados, os salários vão aumentar. Por outro lado, 33% dizem que eles vão diminuir e 36% apostam que ficarão como estão hoje.

A pesquisa

A Quaest realizou 2 mil entrevistas presenciais em todos os estados do Brasil, com pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 19 e 22 de outubro de 2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

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