Dólar sobe a R$ 5,59 com acordo entre EUA e União Europeia. Bolsa cai

Mercados de câmbio e ações oscilam nesta segunda-feira (28/7), com moeda americana registrando alta de 0,64% e Ibovespa em queda de 0,42%

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Os mercados de câmbio e ações seguem oscilando, a reboque das notícias sobre as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Nesta segunda-feira (28/7), o dólar iniciou a sessão de negociações em alta, registrando salto de 0,58% sobre o real, a R$ 5,58. Às 10h30, esse avanço era de 0,64%, a R$ 5,59.

Às 10 horas, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), também abriu o pregão subindo 0,26%, aos 133.871. Mas, pouco depois, às 10h35, apresentava queda de 0,51%, aos 132.847, e, oscilando bastante, mantinha a tendência de baixa.

Neste início de semana, o dólar também se valorizava globalmente. Às 9h50, o índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas de países desenvolvidos, anotava elevação de 0,59%, similar à observada em relação ao real.

Entre os principais vetores da alta, figura o acordo fechado entre os EUA e a União Europeia (UE) no domingo (27/7). O acerto comercial estabeleceu tarifas de 15% sobre a maioria das importações europeias, abaixo dos 30% fixados inicialmente. Ele garante ainda a compra de US$ 150 bilhões em energia por parte da UE, além de investimentos europeus adicionais de US$ 600 bilhões.

Negociações difíceis

Para analistas, a perspectiva de entendimento entre os governos dos EUA e do Brasil, no entanto, parece cada vez mais remota e tal fato continua no radar dos investidores, provocando oscilações no mercado. Em 9 de julho, Trump anunciou tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros. A cobrança da sobretaxa deve ocorrer em 1º de agosto, na sexta-feira.

Nesta semana, o mercado também aguarda a definição da taxa de juros básicas no Brasil e nos EUA, que será definida em reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) brasileiro, e do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). A previsão é de que os juros sejam mantidos no atual patamar nos dois países. Eles estão em 15% ao ano no Brasil e entre 4,25% e 4,50%, nos EUA.

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