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Ações do Banco do Brasil têm queda firme após relatório do J.P. Morgan

Por volta das 12h20 (pelo horário de Brasília) desta quarta-feira (16/7), os papéis do Banco do Brasil recuavam 3,35%, cotados a R$ 20,20

16/07/2025 12:36, atualizado 16/07/2025 12:38
Reprodução / Direção Concursos
Imagem colorida, edifício do Banco do Brasil - Metrópoles

As ações do Banco do Brasil negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3) operavam em forte queda no pregão desta quarta-feira (16/7), em meio à preocupação dos investidores após a divulgação de um relatório do J.P. Morgan considerado negativo para a instituição financeira brasileira.

Por volta das 12h20 (pelo horário de Brasília), os papéis do Banco do Brasil recuavam 3,35%, cotados a R$ 20,20.

Em relatório enviado aos seus clientes, o J.P. Morgan, um dos maiores bancos do mundo, manteve a recomendação neutra para o Banco do Brasil, mas cortou o preço-alvo dos papéis de R$ 28 para R$ 26.

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O que diz o J.P. Morgan

De acordo com o J.P. Morgan, dados recentemente divulgados pelo Banco Central (BC) não são positivos para o crédito agrícola – o que acaba afetando diretamente o BB.

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“Embora investidores já esperem um segundo trimestre desafiador, nossa preocupação é que o cenário possa ser ainda mais difícil, já que estimamos que a formação de novos créditos ‘problemáticos’ no agronegócio possa dobrar na comparação trimestral em relação a um primeiro trimestre já pressionado”, diz o relatório.

“Embora a ação já reflita parte do cenário adverso e acreditemos que o banco tenha espaço para acomodar as pressões de capital com menor crescimento da carteira e menor payout de dividendos, entendemos que o consenso de mercado ainda pode precisar se ajustar”, afirma o J.P. Morgan.

Ações do Banco do Brasil têm queda firme após relatório do J.P. Morgan