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À espera de Trump e Putin, bolsas da Europa fecham sem direção única

O índice Stoxx 600, que reúne ações de 600 empresas da Europa listadas em bolsas, fechou em leve queda de 0,05%. Paris e Madri subiram

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1 de 1 Imagem de pessoa passando em frente a painel da Bolsa de Valores de Londres - Metrópoles - Foto: Cate Gillon/Getty Images

Os principais índices das bolsas de valores da Europa encerraram o último pregão da semana, nesta sexta-feira (15/8), sem uma direção única, à espera da reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin.

A expectativa dos investidores é a de que o encontro entre os dois líderes possibilite um acordo que coloque um ponto final na guerra entre Rússia e Ucrânia, que vem sendo travada há mais de três anos.

A reunião entre Trump e Putin está prevista para começar às 16h30 (pelo horário de Brasília).


O que aconteceu

  • O índice Stoxx 600, que reúne ações de 600 empresas europeias listadas em bolsas, fechou em leve queda de 0,05%, aos 553,56 pontos, praticamente estável.
  • Na Bolsa de Frankfurt, na Alemanha, o índice DAX recuou 0,07%, aos 24,3 mil pontos.
  • Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 registrou perdas de 0,42%, aos 9,1 mil pontos.
  • Por outro lado, em Madri, o Ibex 35 fechou em alta de 0,47%, aos 15,2 mil pontos.
  • Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 avançou 0,67%, aos 7,9 mil pontos.

Trump e Putin frente a frente

O grande destaque desta sexta-feira é a reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, em Anchorage, no Alasca (EUA), para uma cúpula que busca discutir possíveis caminhos para encerrar a guerra na Ucrânia. O encontro ocorre, em princípio, sem a presença de autoridades ucranianas.

Trump anunciou o encontro que chamou de “cara a cara” com Putin no fim da última semana, reacendendo a chances de um diálogo firme sobre o fim do conflito que já perdura há três anos no leste europeu.

O líder do Kremlin, entretanto, chega à reunião com o que considera sua primeira vitória: reconhecimento de que as tentativas ocidentais de isolá-lo fracassaram. Além disso, a escolha do Alasca favorece Moscou: é um território próximo à Rússia, distante do campo de batalha e carregado de simbolismo histórico, já que foi vendido aos EUA no século XIX.

Putin quer resultados concretos. O líder russo insiste em manter sob controle do país todas as áreas ocupadas nas regiões ucranianas de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, exigindo a retirada das forças de Kiev. A Ucrânia considera essas demandas inaceitáveis e acusa Moscou de preparar novas ofensivas.

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