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Venezuela contabiliza ao menos 40 mortos em ataque dos EUA, diz NYT

Segundo o governo venezuelano, entre as vítimas há civis e soldados. Informação foi divulgada pelo New York Times

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Trump Says Maduro ‘Captured’ After Large-Scale Attack On Venezuela
1 de 1 Trump Says Maduro ‘Captured’ After Large-Scale Attack On Venezuela - Foto: Jesus Vargas/Getty Images

Após a operação dos Estados Unidos de captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, o governo venezuelano informou que ao menos 40 pessoas morreram durante o confronto na madrugada deste sábado (3/1). A informação foi publicada pelo The New York Times.

Segundo o jornal, um alto funcionário do governo da Venezuela confirmou o número e indicou que entre as vítimas há civis e soldados.


O que está acontecendo

  • Os Estados Unidos atacaram, nesse sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
  • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
  • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
  • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
  • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

O ataque contra Caracas e a captura de Maduro foram confirmados pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em publicação nas redes sociais.  “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou Trump.

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Imagens da ofensiva realizada em Caracas
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Ofensiva  norte-americana em solo venezuelano foi realizada neste sábado (3/1)
Protesto destaca que ofensiva dos Estados Unidos não atinge apenas a Venezuela, mas representa uma ameaça à estabilidade da América Latina
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Protesto destaca que ofensiva dos Estados Unidos não atinge apenas a Venezuela, mas representa uma ameaça à estabilidade da América Latina

Reprodução / Esquerda Diário
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Ofensiva  norte-americana em solo venezuelano foi realizada neste sábado (3/1)
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Ofensiva norte-americana em solo venezuelano foi realizada neste sábado (3/1)

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Além disso, Maduro foi indiciado e será julgado por uma Corte em Nova York por “narcoterrorismo”. A informação foi divulgada pela procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, neste sábado (3/1).

O governo venezuelano informou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

“O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

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