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Mundo

Talibã chega a Cabul e pede rendição do governo do Afeganistão

Conta oficial do Palácio Presidencial do Afeganistão publicou que foram ouvidos tiros em "várias áreas remotas de Cabul"

15/08/2021 08:45, atualizado 15/08/2021 12:48
Reprodução/Redes Sociais
Talibã quer rendição do governo afegão

O grupo terrorista Talibã chegou, neste domingo (15/8), aos arredores de Cabul, capital do Afeganistão, e cercou a região. Eles reivindicam rendição pacífica do governo.

Em publicação no Twitter, a conta oficial do Palácio Presidencial do Afeganistão informa que foram ouvidos tiros em “várias áreas remotas de Cabul”. “As forças de segurança e defesa do país estão em coordenação com parceiros internacionais”, assinalaram as autoridades.

Imagens publicadas na rede social mostram Mohammad Ashraf Ghani, presidente da República Islâmica do Afeganistão, conversando com autoridades sobre como garantir segurança aos cidadãos de Cabul.

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Além disso, em vídeo no Twitter, o ministro do Interior em exercício, Abdul Satar Mirzakwal, disse que a cidade não seria atacada. Pontuou ainda que a transição poderia ocorrer de forma pacífica.

Segundo o portal de notícias afegão ToloNews, o Talibã ordenou que seus membros não tentassem entrar na cidade à força, e que esperassem nos portões.

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Mohammad Ashraf Ghani, presidente do Afeganistão
Talibã quer rendição do governo afegão
A capital do Afeganistão, Cabul, foi cercada por membros do Talibã
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A capital do Afeganistão, Cabul, foi cercada por membros do Talibã

Arte/Metrópoles
Mohammad Ashraf Ghani, presidente do Afeganistão
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Mohammad Ashraf Ghani, presidente do Afeganistão

Twitter/Reprodução
Talibã quer rendição do governo afegão
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Talibã quer rendição do governo afegão

Reprodução/Redes Sociais

O grupo também pediu que o governo seja responsável pela segurança de Cabul até que o processo de transição de poder seja concluído.

“Não queremos que um único civil afegão inocente fique ferido ou seja morto enquanto tomamos o poder, mas não declaramos um cessar-fogo”, teria dito um membro do grupo, em comunicado, segundo a agência de notícias internacional Reuters.