Secretário do Tesouro dos EUA cita Bolsonaro e acusa Moraes de censura

Scott Bessent afirmou que Moraes é “responsável por uma campanha opressiva de censura e detenções arbitrárias”

atualizado

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos (EUA), Scott Bessent, comentou nesta segunda-feira (22/9) as sanções impostas pelo governo de Donald Trump a Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bessent acusou Moraes de ser “responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro”.

O governo Trump incluiu o nome de Viviane e da empresa da família do ministro no rol de sancionados pela Lei Magnitsky. As medidas foram publicadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, responsável por administrar e aplicar programas de sanções, e também no site do Departamento do Tesouro dos EUA.

“A ação de hoje deixa claro que o Departamento do Tesouro continuará a perseguir indivíduos que fornecem apoio material a Moraes enquanto ele viola os direitos humanos”, disse Bessent.

As sanções previstas na Magnitsky afetam principalmente no campo econômico e incluem o congelamento de bens e contas bancárias em solo norte-americano ou em instituições financeiras ligadas ao país.

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