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O navio Aquarius, com 629 migrantes procedentes da Líbia, está no mar Mediterrâneo à espera de uma solução política dos governos da Itália e de Malta. Ambos recusam o desembarque nos portos.

O navio é operado pelas organizações Médicos Sem Fronteiras (MSF) e SOS Méditerranée. Dos 629 migrantes à bordo, 123 têm menos de 18 anos e estão desacompanhados, além de 11 crianças e sete mulheres grávidas.

Operações de socorro foram a alto-mar, na costa da Líbia, sob orientação italiana. O país é a principal porta de entrada para os migrantes que atravessam o Mediterrâneo entre o norte da África e a Europa.

O novo ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, havia anunciado o fim da entrada de migrantes no país.