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PCC e brasileiros são suspeitos em mega-assalto a bancos no Paraguai

Polícia investiga ligação do PCC com ataque a bancos em Santa Rita, no Paraguai. Testemunhas relataram que suspeitos falaram português

17/06/2026 15:31, atualizado 17/06/2026 15:43
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Reprodução/X
Imagem colorida, Mega-assalto com 20 criminosos deixa 4 bancos destruídos no Paraguai - Metrópoles

Autoridades paraguaias investigam a possível participação de brasileiros e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mega-assalto que atingiu três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita, no Paraguai, próximo à fronteira com o Brasil, na madrugada dessa terça-feira (16/6).

Veja momento:

A suspeita ganhou força após testemunhas relatarem que integrantes da quadrilha falavam português durante a ação. Segundo o chefe do Comando Tripartite, Carlos Alberto Dures Rios, há indícios de que brasileiros e paraguaios tenham atuado juntos no ataque.

“São pessoas que atuam no Paraguai, brasileiros junto com paraguaios para realizar esse tipo de ação. Alguns vivem no Paraguai”, afirmou o policial.

PCC e brasileiros são suspeitos em mega-assalto a bancos no Paraguai - destaque galeria
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Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita
Ministro do Paraguai diz que mega-assalto tem "características do PCC"
Os criminosos explodiram as agências do Banco Familiar e do Banco GNB, localizadas lado a lado no centro da cidade
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Os criminosos explodiram as agências do Banco Familiar e do Banco GNB, localizadas lado a lado no centro da cidade

X/AhoraPy
Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita
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Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita

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Ministro do Paraguai diz que mega-assalto tem "características do PCC"
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Ministro do Paraguai diz que mega-assalto tem "características do PCC"

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Em entrevista à rádio Monumental 1080 AM, o ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, disse que o crime apresenta características semelhantes às ações atribuídas ao PCC.

O grupo criminoso utilizou explosivos, bloqueou rotas de acesso, incendiou veículos durante a fuga e mobilizou cerca de 20 homens armados.

“O comandante me disse que esse é o estilo de trabalho do PCC. Eles incendiaram dois veículos durante a fuga e havia aproximadamente de 15 a 20 pessoas envolvidas”, declarou Riera.

O ministro também lembrou de um assalto registrado anteriormente em Naranjal, no departamento de Alto Paraná, onde criminosos destruíram o cofre de uma instituição financeira com explosivos. Para ele, o modo de atuação reforça a hipótese de ligação entre os casos. “Eu diria que tudo indica que eles são daquela equipe ou pelo menos usam esse método. Eles têm um modus operandi semelhante”, afirmou.

Assalto a bancos

O ataque ocorreu por volta das 2h e teve como alvos as agências dos bancos Familiar, GNB e Ueno, além da Casa de Câmbio Santa Rita. Os criminosos renderam policiais, funcionários e vigilantes, destruíram estruturas bancárias com explosivos e fugiram antes da chegada do reforço policial.

Até o momento, o valor roubado não foi divulgado. Dois paraguaios suspeitos de participação foram identificados, mas ninguém foi preso. A investigação segue sob responsabilidade da polícia e do Ministério Público paraguaio.