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Mundo

Dois homens são presos suspeitos de mega-assalto a bancos no Paraguai

Santa Rita, cidade paraguaia a 70 km da fronteira com o Brasil, foi palco de assalto a três bancos e a uma casa de câmbio na segunda (15/6)

17/06/2026 11:58, atualizado 17/06/2026 12:27
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Reprodução/Polícia Nacional do Paraguai
Dois homens são presos suspeitos de participação no mega-assalto a bancos no Paraguai

Dois paraguaios foram presos nesta quarta-feira (17/6), suspeitos de participar do mega-assalto a bancos que ocorreu na madrugada da segunda-feira (15/6) em Santa Rita, cidade do Paraguai a 70 km da fronteira com o Brasil.

José Cuevas Yegros, de 57 anos, e Ramón Leonardo Bogado, de 39, foram detidos no distrito de Emboscada. Os dois são acusados de terem adquirido os explosivos utilizados nos assaltos.

Foram apreendidos com eles uma mochila, aparelhos celulares e outros itens relacionados à investigação, segundo a Polícia Nacional do Paraguai. Ambos ficarão detidos na delegacia de Caacupé.

Dois homens são presos suspeitos de mega-assalto a bancos no Paraguai - destaque galeria
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Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita
Os criminosos explodiram as agências do Banco Familiar e do Banco GNB, localizadas lado a lado no centro da cidade
Criminosos queimaram carros para dificultar a perseguição policial
Prejuízo ainda é desconhecido
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Prejuízo ainda é desconhecido

X/AhoraPy
Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita
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Mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita

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Os criminosos explodiram as agências do Banco Familiar e do Banco GNB, localizadas lado a lado no centro da cidade
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Criminosos queimaram carros para dificultar a perseguição policial
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Criminosos queimaram carros para dificultar a perseguição policial

Ministério Público do Paraguai

Segundo o Ministério Público do Paraguai, policiais também encontraram com os suspeitos comprovantes de compra de equipamentos que correspondiam aos utilizados no roubo.

Os dois são investigados por roubo qualificado, associação criminosa e outros atos puníveis, segundo o MP do Paraguai.

A promotora Rocia González, que está à frente do caso, disse que as suspeitas são de que um deles supostamente adquiriu os explosivos, enquanto o outro os removeu dos registros como se tivessem sido usados ​​integralmente em pedreiras de mineração.

Mega-assalto no Paraguai

Mais de 20 criminosos participaram do assalto a três bancos e a uma casa de câmbio no Paraguai, na madrugada de segunda-feira.

O grupo usou explosivos para atacar agências bancárias, rendeu policiais e funcionários e fugiu após incendiar veículos e espalhar pregos do tipo “miguelito” pelas ruas para dificultar a perseguição.

Os assaltantes invadiram agências do Banco Familiar, do Banco GNB e do Banco Ueno, além da Casa de Câmbio Santa Rita. Ainda não foi divulgado pelas autoridades paraguaias o valor roubado.

O chefe do Comando Tripartite, Carlos Alberto Dures Rios, informou que testemunhas ouviram integrantes da quadrilha falando português durante o assalto. Segundo ele, há indícios da atuação conjunta de brasileiros e paraguaios.

O ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, afirmou a uma rádio local que o assalto tem “características do PCC“.

“O comandante me disse que esse é o estilo de trabalho do PCC. Eles incendiaram dois veículos durante a fuga e havia aproximadamente de 15 a 20 pessoas envolvidas”, declarou Riera.