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Parlamentar britânica admite que viajou infectada com Covid-19 e é presa

A britânica Margaret Ferrier esteve em viagem de trem em setembro, de Londres a Glasglow, na Escócia, sabendo que se encontrava contaminada

05/01/2021 08:43
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Reprodução/Redes Sociais
Parlamentar britânica admite que viajou infectada com Covid-19 e é presa

Veículos de imprensa do Reino Unido informaram, na segunda-feira (4/1), que a parlamentar britânica Margaret Ferrier foi presa depois de admitir que embarcou em um trem que foi de Londres a Glasglow, na Escócia, sabendo que estava infectada com Covid-19.

A viagem em questão aconteceu em setembro, no mesmo dia em que Margaret recebeu o resultado positivo. De acordo com o jornal The Guardian, a polícia de Londres não prendeu a parlamentar na época porque não existiam penalizações para quem circulasse infectado.

As autoridades britânicas levaram o caso à Escócia e a polícia abriu uma investigação criminal contra a parlamentar. Os jornais locais veicularam que a prisão ocorreu nessa segunda (4/1).

No dia 1º de outubro, Ferrier pediu desculpas em suas redes sociais e disse que ela mesma avisou a polícia.

“Eu me responsabilizo completamente e peço a todos que não cometam o mesmo erro que eu cometi e que façam tudo o que puderem para ajudar a limitar a disseminação da Covid-19”, contou.

Volta ao Lockdown

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, impôs novo lockdown nesta segunda-feira (4/1) por conta da nova variante do coronavírus, que tem causado um aumento significativo de casos na Inglaterra.

Segundo o jornal The New York Times, Johnson ordenou que escolas e faculdades na Inglaterra fechassem suas portas e mudassem para o ensino remoto. Além disso, ele também pediu aos britânicos que fiquem em casa para todos os fins, exceto fundamentais, incluindo trabalho essencial e compra de alimentos e remédios.

A decisão do primeiro-ministro ocorre em meio à chegada da vacina contra o coronavírus ao país. O Reino Unido iniciou campanha de imunização nesta segunda, com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.