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Mundo

Mulher que resistiu à injeção letal nos EUA volta a falar frases completas

Christa Pike, de 50 anos, foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega

22/10/2026 08:36, atualizado 22/10/2026 08:44
TDOC/Reprodução
Christa Pike, condenada à pena de morte nos EUA

Condenada à morte nos Estados Unidos, Christa Pike, de 50 anos, apresentou sinais de melhora após receber duas doses de uma substância utilizada no procedimento de execução por injeção letal, em 30 de setembro, no Tennessee. melhora na mobilidade. Segundo a defesa, ela voltou a formular frases completas.

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Christa Pike sobreviveu a duas doses da injeção letal em uma tentativa de execucação nos EUA
Christa Pike, condenada à pena de morte nos EUA
Christa Pike em julgamento
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Christa Pike em julgamento

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Christa Pike sobreviveu a duas doses da injeção letal em uma tentativa de execucação nos EUA
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Christa Pike sobreviveu a duas doses da injeção letal em uma tentativa de execucação nos EUA

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Christa Pike, condenada à pena de morte nos EUA
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Christa Pike, condenada à pena de morte nos EUA

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“Ela já consegue andar melhor sem ajuda, e a fala melhorou consideravelmente. A equipe médica segue monitorando de perto o funcionamento cognitivo e psicológico”, disseram os advogados nessa quarta-feira (21/10).

A defesa informou ainda que pode levar mais de um mês até que sejam conhecidos os possíveis efeitos a longo prazo da tentativa malsucedida de execução.

Pena de morte

A mulher foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega Colleen Slemmer, e aguardava no corredor da morte há 30 anos.

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A detenta estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. No entanto, sobreviveu à aplicação da injeção letal, tornando-se a primeira prisioneira do estado a sobreviver a esse procedimento.

As primeiras palavras de Pike após recobrar a consciência, em 6 de outubro, no hospital, enquanto estava ligada a um respirador, foram: “Onde estou e quem são vocês?”. Em seguida, ela perguntou sobre a família de sua vítima, Colleen Slemmer, segundo informou Spivey.

Pike recebeu alta hospitalar em 10 de outubro e retornou à prisão, onde está detida há mais de 30 anos.