Mulher que resistiu à injeção letal nos EUA volta a falar frases completas
Christa Pike, de 50 anos, foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega

Condenada à morte nos Estados Unidos, Christa Pike, de 50 anos, apresentou sinais de melhora após receber duas doses de uma substância utilizada no procedimento de execução por injeção letal, em 30 de setembro, no Tennessee. melhora na mobilidade. Segundo a defesa, ela voltou a formular frases completas.
“Ela já consegue andar melhor sem ajuda, e a fala melhorou consideravelmente. A equipe médica segue monitorando de perto o funcionamento cognitivo e psicológico”, disseram os advogados nessa quarta-feira (21/10).
A defesa informou ainda que pode levar mais de um mês até que sejam conhecidos os possíveis efeitos a longo prazo da tentativa malsucedida de execução.
Pena de morte
A mulher foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega Colleen Slemmer, e aguardava no corredor da morte há 30 anos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA detenta estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. No entanto, sobreviveu à aplicação da injeção letal, tornando-se a primeira prisioneira do estado a sobreviver a esse procedimento.
As primeiras palavras de Pike após recobrar a consciência, em 6 de outubro, no hospital, enquanto estava ligada a um respirador, foram: “Onde estou e quem são vocês?”. Em seguida, ela perguntou sobre a família de sua vítima, Colleen Slemmer, segundo informou Spivey.
Pike recebeu alta hospitalar em 10 de outubro e retornou à prisão, onde está detida há mais de 30 anos.






