Trump volta ao TikTok e diz ter “salvado” o app: “Me devem essa”

Presidente afirma ter “salvado” o TikTok, que será administrado nos EUA por uma empresa norte-americana até dezembro

atualizado

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Reprodução/ TikTok
Printscreen de foto colorida do presidente Donald Trump, retirado de vídeo publicado na rede social TikTok - metrópoles
1 de 1 Printscreen de foto colorida do presidente Donald Trump, retirado de vídeo publicado na rede social TikTok - metrópoles - Foto: Reprodução/ TikTok

Quase um ano após sua última publicação no TikTok, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou à plataforma nesta segunda-feira (6/10) com um vídeo dirigido aos “jovens”, no qual afirma ter “salvado” a rede social.

“A todos os jovens do TikTok: eu salvei o TikTok, então, vocês me devem essa. Vocês estão olhando para mim no Salão Oval e, um dia, um de vocês vai estar sentado aqui nessa cadeira e vai estar fazendo um ótimo trabalho também”, disse presidente.

Assista:

O vídeo, entretanto, gerou posicionamentos distintos entre os usuários. “Ele é o motivo pelo qual [o TikTok] foi banido em primeiro lugar. Ele cria problemas e leva o crédito por acabar com o problema que ele criou”, criticou uma pessoa.

“Obrigado, Donald Trump, pelos seus serviços aos Estados Unidos da América. Você é um grande presidente”, comentou outra.

A declaração de Trump acontece quase duas semanas após a assinatura de uma ordem executiva que abre caminho para a venda do TikTok nos EUA. A rede social chinesa é apontada pelo país norte-americano como um risco à segurança nacional porque, segundo ele, permite que a China colete dados e espione usuários americanos. A ByteDance, dona do TikTok, nega a acusação.

A partir do decreto, a operação do TikTok nos EUA ficará sob responsabilidade de uma nova empresa americana, que terá de concluir a transição até 16 de dezembro. Essa empresa deve ter sede no país e não poderá ter mais de 20% de capital estrangeiro.

Segundo Trump, o acordo foi aprovado pelo presidente chinês Xi Jinping.

Em janeiro deste ano, a Suprema Corte dos EUA manteve a constitucionalidade da lei que exigia a venda ou o banimento da plataforma. Em 18 de janeiro o TikTok chegou a ter seus serviços interrompidos no país e foi “apagado” das lojas de apps. Apesar disso, dois dias depois, Donald Trump assinou uma ordem executiva adiando a aplicação da lei e reestabelecendo a rede social por enquanto se buscava uma solução.

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