Lula viajará ao Paraguai em junho para a Cúpula do Mercosul

Cúpula de chefes de Estado está prevista para o dia 30 de junho e marca o fim da presidência pro tempore do Paraguai

atualizado

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Ricardo Stuckert / PR
Presidente Lula e e primeira-dama Janja em viagem internacional
1 de 1 Presidente Lula e e primeira-dama Janja em viagem internacional - Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajará a Assunção, no Paraguai, no final de junho para participar da Cúpula do Mercosul. O encontro de chefes de Estado ocorrerá no dia 30 e marca o fim da presidência pro tempore do país comandado por Santiago Peña.

A reunião acontecerá sob expectativa de anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e o Canadá. As negociações, de acordo com fontes do governo brasileiro, já estão avançadas e podem ser concluídas a tempo da Cúpula.

A última rodada negociadora sobre o tratado ocorreu entre os dias 27 e 30 de abril. Segundo o Ministério de Relações Exteriores, foram feitas reuniões de diversos grupos técnicos e, ao final, três capítulos do acordo foram encaminhados para o encerramento. “Nova rodada será realizada em maio, para que os grupos avancem na conclusão da negociação”, informou o Itamaraty, em nota.

O Mercosul é um bloco sul-americano que busca promover a integração econômica e social dos países membros. Além do Brasil, integram o grupo: Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia — que ainda está em processo de adesão.

Caso Venezuela

A Venezuela está suspensa do Mercosul desde 2016, por descumprir normas do bloco e compromissos políticos e comerciais. Após a saída de Nicolás Maduro do poder, a reintegração do país deve entrar em discussão.

A eventual reentrada exige consenso entre os membros fundadores — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai — além de uma nova avaliação sobre o cumprimento das exigências necessárias.

O Metrópoles apurou que o governo brasileiro foi consultado sobre a possibilidade de derrubada da suspensão e se manifestou favoravelmente. A avaliação é que o Mercosul é o único mecanismo de integração regional que sobrou e é necessário trazer a Venezuela de volta aos espaços de diálogo.

Maduro foi retirado do poder em 3 de janeiro, após intervenção dos Estados Unidos. Desde então, o ex-presidente está preso no país. A então vice, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina e, em março, restabeleceu relações diplomáticas com os norte-americanos.

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