Líder supremo do Irã publica montagem com Trump em sarcófago quebrado

Tensão entre Irã e Estados Unidos aumentou diante de protestos violentos no país persa

atualizado

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Imagem colorida, Líder supremo do Irã publica foto de Trump em sarcófago quebrado- Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida, Líder supremo do Irã publica foto de Trump em sarcófago quebrado- Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, publicou uma imagem que mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um sarcófago quebrado, buscando indicar que o líder norte-americano irá decair ou enfraquecer. O post, publicado nesse domingo (11/1), acontece após Trump ameaçar uma intervenção contra o atual regime, diante das manifestações no país, que já resultaram em mais de 538 pessoas mortas.

“Essa figura paterna que se senta ali com arrogância e orgulho, julgando o mundo inteiro, também deveria saber que, geralmente, os tiranos e opressores do mundo, como Faraó, Nimrod, Reza Khan, Maomé e outros do mesmo tipo, quando estavam no auge do seu orgulho, foram depostos. Este também será deposto”, afirmou o líder do regime iraniano.

Entenda o que acontece no Irã

  • As manifestações de rua no Irã começaram em dezembro de 2025, motivadas pelos graves problemas econômicos enfrentados pela população e a desvalorização da moeda nacional, o rial.  A economia debilitada elevou o custo de vida dos cidadãos, que saem às ruas contra o atual governo.
  • Inicialmente, os atos tinham foco econômico, mas, com o avanço dos protestos, passaram a incorporar críticas diretas ao regime dos aiatolás e ao líder supremo, Ali Khamenei. Manifestantes agora exigem reformas políticas, mudanças no sistema judiciário e maior liberdade civil.
  • As autoridades iranianas acusam EUAe Israel de estimularem os protestos, enquanto opositores dizem que o movimento é resultado direto do descontentamento popular com a condução política e econômica do país.

Das 538 vítimas, 490 são manifestantes, 48 são policiais e o número de presos pelo atual governo passa de 10 mil. Segundo a ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA), especializada na monitoração de violações de direitos humanos no país, as mortes foram confirmadas a partir de fontes locais e da checagem cruzada com veículos independentes.

De acordo com a ONG de cibersegurança Netblocks,o regime teocrático impôs um apagão quase total da internet durante os dias de protesto. Assim, a verificação das informações é dificultada, deixou todos os sites do país inacessíveis.

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