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Instituto Nobel rebate María Corina e diz que prêmio é intransferível

Líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado sugeriu dar Nobel da Paz 2025 para Donald Trump

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1 de 1 Imagem colorida mostra María Corina Machado - Metrópoles - Foto: Rune Hellestad/Getty Images

O Instituto Nobel Norueguês afirmou, nessa sexta-feira (9/1), que o Prêmio Nobel da Paz é instranferível e não pode ser revogado ou compartilhado. A declaração foi dada após a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, sugerir que ela poderia abrir mão da honraria para dar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em uma entrevista na segunda-feira (5/1), Corina declarou que entregaria o Nobel da Paz dela para Trump, após os Estados Unidos terem capturado o ditador Nicolás Maduro na semana passada.

“O Prêmio Nobel não pode ser revogado, compartilhado ou transferido a terceiros. Uma vez anunciado, a decisão é definitiva”, diz a nota da organização do prêmio.

“Não cabem recursos contra a decisão de um órgão de premiação no que diz respeito à atribuição de um prêmio. Nenhum dos comitês de premiação em Estocolmo e Oslo jamais considerou revogar um prêmio depois de concedido”, reiterou o Instituto.

Nessa quinta-feira (8/1), em entrevista à Fox News, Trump confirmou que receberá Corina na Casa Branca na próxima semana e comentou sobre a vontade dela em relação ao prêmio.

“Ouvi dizer que ela queria fazer isso (entregar o Nobel da Paz). Seria uma grande honra”, disse o presidente dos EUA.

Antes do anúncio da vencedora, feito em outubro, Trump se considerava favorito para a laureação de 2025. Ele argumentava que deveria ganhar o prêmio por ter apresentado uma solução para sete guerras no mundo, que segundo ele, matavam “milhares de pessoas”.

Relação estremecida após Nobel

A relação entre Trump e Corina pareceu ter esfriado desde que a venezuelana foi premiada com o Nobel da Paz.

A venezuelana chegou a dizer que não conversava com Trump desde o anúncio do prêmio. “Na verdade, falei com o presidente Trump em 10 de outubro, no mesmo dia em que o prêmio foi anunciado. Não falei mais desde então”, afirmou Corina.

No sábado (3/1), em coletiva após a prisão de Maduro, o presidente dos EUA minimizou publicamente o peso político de Corina Machado e disse que ela não tem condições de ser presidente da Venezuela.

“Seria muito difícil ser a líder porque ela não tem o apoio ou o respeito de todo o país. Ela é uma mulher muito simpática, mas ela não tem respeito”, disse Trump.

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