Homem mais rico da Ucrânia diz que vai processar Rússia por US$ 20 bi

O empresário Rinat Akhmetov afirma ter perdido 40% de sua riqueza com neste ano e quer processar o país vizinho por danos da guerra

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rinat akhmetov, homem mais rico da ucrânia
1 de 1 rinat akhmetov, homem mais rico da ucrânia - Foto: Bernd von Jutrczenka/Picture Alliance/Getty Images

O bilionário ucraniano Rinat Akhmetov, que tem uma fortuna avaliada em US$ 4,5 bilhões, segundo a Forbes, quer processar a Rússia por danos causados pelos ataques às usinas siderúrgicas em Mariupol. O empresário afirmou a veículos da imprensa local que deve pedir uma compensação de US$ 17 bilhões a US$ 20 bilhões ao país vizinho.

A riqueza de Akhmetov caiu 40% este ano em meio à Guerra da Ucrânia, segundo o Uol. O ucraniano é proprietário dos complexos de Azovstal e Illich Steel and Iron Works, além de dono do time de futebol Shakhtar Donetsk.

“Definitivamente, processaremos a Rússia e exigiremos uma compensação adequada por todas as perdas e negócios perdidos”, disse Akhmetov à imprensa local.

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Mariupol sob o controle de militares russos e separatistas pró-Rússia
No 53º dia da invasão, Mariupol se tornou o maior retrato da devastação que uma guerra pode causar. Sitiada há mais de 40 dias e sob fortes bombardeios, o local, antes habitado por mais de 400 mil pessoas, agora se tornou uma cidade fantasma
Destruição de hospital em Mariupol, na Ucrânia
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O bilionário Rinat Akhmetov, empresário e dono de mineradoras e o clube de futebol Shakhtar, vai processar a Rússia por danos da guerra
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O bilionário Rinat Akhmetov, empresário e dono de mineradoras e o clube de futebol Shakhtar, vai processar a Rússia por danos da guerra

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Mariupol sob o controle de militares russos e separatistas pró-Rússia
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Mariupol sob o controle de militares russos e separatistas pró-Rússia

Stringer/Anadolu Agency via Getty Images
No 53º dia da invasão, Mariupol se tornou o maior retrato da devastação que uma guerra pode causar. Sitiada há mais de 40 dias e sob fortes bombardeios, o local, antes habitado por mais de 400 mil pessoas, agora se tornou uma cidade fantasma
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No 53º dia da invasão, Mariupol se tornou o maior retrato da devastação que uma guerra pode causar. Sitiada há mais de 40 dias e sob fortes bombardeios, o local, antes habitado por mais de 400 mil pessoas, agora se tornou uma cidade fantasma

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Destruição de hospital em Mariupol, na Ucrânia
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Destruição de hospital em Mariupol, na Ucrânia

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Ambas as empresas do bilionário em Mariupol pertencem ao grupo Metinvest, a maior siderúrgica da Ucrânia, segundo o site Business Insider. Após a invasão da Rússia, o grupo anunciou que não poderia cumprir as obrigações contratuais.

Em abril, a Metinvest confirmou que planeja retomar a produção após o fim da guerra, mas que “nunca operaria sob ocupação russa”. Mariupol foi tomada no primeiro dia de guerra e era considerada prioridade pelo comando russo.

Em 15 de maio, um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que uma “chuva” de munições cai sobre a cidade. À Reuters, um especialista britânico disse que as imagens indicam se tratar de um ataque com fósforo ou armas incendiárias. Segundo convenção internacional, a bomba de fósforo branco é uma arma incendiária que só pode ser usada contra alvos militares.

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