Flávio agradece a Trump após ser chamado de “jovem inteligente”

Flávio Bolsonaro agradeceu publicação de Donald Trump e disse que Brasil voltará a ter relação de “alto nível” com os Estados Unidos

atualizado

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Flávio Bolsonaro e Donald Trump na Casa Branca
1 de 1 Flávio Bolsonaro e Donald Trump na Casa Branca - Foto: Divulgação/Donald Trumo

O senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), agradeceu nesta terça-feira (2/6) os elogios feitos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que será o “próximo presidente do Brasil”.

A declaração foi publicada nas redes sociais após Trump compartilhar imagens do encontro entre os dois na Casa Branca e descrever o parlamentar como um “jovem inteligente” que ama o Brasil.

“Agradeço ao presidente Donald Trump pelas palavras respeitosas!”, escreveu Flávio.

Na mesma publicação, o senador afirmou que um futuro governo sob sua liderança combateria organizações criminosas e promoveria uma reaproximação entre Brasil e Estados Unidos.

“Brasil e Estados Unidos voltarão a ter uma relação de alto nível e de longo prazo, com direito ao maior acordo comercial de investimentos da nossa história”, declarou.
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Flávio Bolsonaro e Donald Trump na Casa Branca
Donald Trump posta foto com Flávio Bolsonaro
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Donald Trump posta foto com Flávio Bolsonaro

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Flávio também criticou a política comercial do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que, “em vez da tarifa do Lula”, haveria uma “enxurrada de investimentos” entre os dois países.

A troca de “flertes” ocorre dias após a visita do senador a Washington, onde ele se reuniu com o mandatário norte-americano, o vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio.

Segundo o senador, durante os encontros foram discutidos temas como segurança pública, tarifas comerciais, terras raras e a possível classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos EUA.

Sobretaxa

A publicação também acontece em meio ao aumento das tensões entre Brasília e Washington. Na noite de segunda-feira (1º/6), o governo norte-americano anunciou uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a justificativa de que o país adota práticas consideradas prejudiciais ao comércio dos Estados Unidos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu a medida à atuação da família Bolsonaro junto ao governo americano e associou a taxação à viagem de Flávio aos Estados Unidos.

O senador, por sua vez, rejeitou a acusação e afirmou ter defendido justamente o contrário durante as reuniões em Washington.

“Nas três reuniões que nós tivemos, com o presidente Trump, o vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, eu pedi expressamente: não taxem as empresas brasileiras”, declarou Flávio em entrevista à Rádio Itatiaia.

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