Figueiredo diz que Ramagem deve ser solto “o mais brevemente possível”. Veja vídeo
Ramagem foi detido pelos agentes do ICE em Orlando, na Flórida, e levado para um centro de detenção devido a questões migratórias
atualizado
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Para o jornalista e influenciador Paulo Figueiredo, o deputado federal cassado Alexandre Ramagem deve ser solto “o mais brevemente possível”. Em entrevista ao Metrópoles, nesta segunda-feira (13/4), o bolsonarista afirma que Ramagem está apenas “detido temporariamente”.
“Ramagem apresentou a carteira de motorista brasileira durante uma abordagem, já que não havia uma carteira americana. Ele está sendo acompanhado por advogados. A expectativa é de que ele seja liberado o mais brevemente possível”, disse.
Ramagem foi preso, nesta segunda-feira (13/4), pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduana (ICE) dos Estados Unidos (EUA). Ao Metrópoles, Figueiredo alegou que não houve cooperação internacional entre Brasil e EUA para efetuar a prisão e acusou a Polícia Federal de mentir.
“Nossa expectativa é de que ele seja solto o mais brevemente possível. Narrativa do Andrei ficará um pouco prejudicada. Estou dizendo categoricamente que eu acho que o diretor-geral da PF está mentindo. Não temos nenhum conhecimento de nenhuma cooperação. Mas isso não impede que haja detenção por imigração”, disse Paulo Figueiredo.
A PF afirmou que a prisão de Ramagem ocorreu em cooperação internacional entre Brasil e EUA. “O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”, diz em nota.
Ramagem foi detido pelos agentes do ICE em Orlando, na Flórida, e levado para um centro de detenção devido a questões migratórias. Ele perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025.
O ex-parlamentar está nos Estados Unidos desde setembro de 2025. A fuga ocorreu durante o julgamento dele na trama golpista, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou a 16 anos de prisão.
