EUA vão cobrar caução de até US$ 15 mil para alguns tipos de visto
O governo Donald Trump revelará a lista de países afetados nos próximos 15 dias. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (4/8)

O governo de Donald Trump pode começar a exigir uma caução de até US$ 15 mil para vistos de turismos e negócios para entrada nos Estados Unidos. A medida, anunciada nesta segunda-feira (4/8), deve entrar em vigor em até 15 dias com o propósito de garantir que o país não seja responsável responsável financeiramente por um turista caso o visto dele vença. Ainda não há definição de que países terão a cobrança de caução a quem pede visto.
O Departamento de Estado dos EUA anunciou um programa piloto que será válido para moradores de países com altas taxas de permanência excessiva. No caso, pessoas que obtém o visto de turismo nos EUA, mas ficam além do tempo permitido. Além disso, o governo adota essa medida para o controle de segurança dos vistos.
“Estrangeiros solicitando vistos como visitantes temporários para negócios ou lazer e que são cidadãos de países identificados pelo departamento como tendo altas taxas de permanência excessiva de visto, onde as informações de triagem e verificação são consideradas deficientes, ou que oferecem cidadania por investimento, se o estrangeiro obteve a cidadania sem exigência de residência, podem estar sujeitos ao programa piloto”, diz o aviso.
O governo Donald Trump revelará a lista de países afetados nos próximos 15 dias. Segundo o programa, imigrantes que solicitam vistos para viajar a negócios (visto B-1) e para viajar a lazer, turismo, visitas a amigos e familiares (visto B-2) podem ser cobrados.
Segundo o comunicado, os afetados pela medida podem ser obrigadas a pagar cauções de US$ 5.000, US$ 10.000 ou US$ 15.000 ao solicitarem um visto.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Os agentes consulares podem exigir que os requerentes de visto de não imigrante cobertos paguem uma caução de até US$ 15.000 como condição para a emissão do visto, conforme determinado pelos agentes consulares”, diz o aviso oficial no comunicado do Departamento de Estado dos EUA



