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EUA confirma novas baixas e mortes de militares chegam a seis

Pentágono confirma novas vítimas após ofensiva iraniana contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln e número de mortos dos EUA chega a seis

Madu Toledo04/03/2026 23:48
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Marinha dos EUA
EUA confirma novas baixas e mortes de militares chegam a seis

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos informou, na noite desta quarta-feira (4/3), a morte de dois militares do país após ataque do Irã ao porta-aviões USS Abraham Lincoln, no Golfo Pérsico, no último domingo (1°/3). Com a atualização, o número de militares norte-americanos mortos em decorrência da retaliação iraniana subiu para seis.

Os soldados foram identificados como major Jeffrey R. O’Brien, de 45 anos, natural de Indianola, Iowa, e o subtenente Robert M. Marzan, de 54 anos, natural de Sacramento, Califórnia. Ambos estavam no local no momento do bombardeio.

As primeiras baixas norte-americanas foram registradas ainda no domingo, logo depois da ação iraniana. Em resposta, o presidente Donald Trump admitiu o risco de mais perdas do lado dos EUA e prometeu que vingaria a morte dos militares.

“Infelizmente, é possível que haja mais [baixas]. Mas os EUA vingarão suas mortes e desferirão o golpe mais devastador contra os terroristas que estão travando uma guerra, essencialmente, contra a civilização”, destacou o líder norte-americano.

A ofensiva do Irã ocorreu em resposta à ação dos Estados Unidos e de Israel contra o território, que resultou na morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.

Guerra no Irã

No sábado (28/2), Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã que resultou na morte de Ali Khamenei.

Em resposta, o Irã atacou bases militares dos EUA em diversos países do Oriente Médio, além de realizar ofensivas contra Israel.

Os efeitos do conflito também já atingem a economia global. No sábado, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz — canal por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo — e ameaçou incendiar qualquer navio que tente atravessá-lo.

A medida pressionou o mercado internacional de petróleo, e o preço do barril chegou a acumular alta de 10% após o início do conflito.

O confronto impacta diretamente ao menos 11 países e não há previsão de trégua.