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EUA: condenada que resistiu a injeção letal tem câncer raro, afirma revista

Segundo os advogados, a condição médica de Christa Pike poderia tornar uma injeção letal mais dolorosa e aumentar o risco de complicações

04/11/2026 08:20
Reprodução/YouTube
Christa Pike - Metrópoles

Condenada à morte nos Estados Unidos, Christa Pike, de 50 anos, que sobreviveu a duas tentativas de execução por injeção letal, foi diagnosticada com um tipo raro de câncer antes de sua execução, revela a revista People.

Em 8 de janeiro de 2026, os advogados de Christa apresentaram uma queixa judicial alegando que a execução planejada violaria a primeira, a oitava e a décima quarta Emendas da Constituição dos Estados Unidos.

Os advogados de Pike alertaram que seu estado de saúde poderia tornar a execução por injeção letal ainda mais dolorosa, além de aumentar o risco de complicações.

Segundo a denúncia, Pike apresenta níveis de plaquetas significativamente acima do normal, condição que pode estar relacionada a uma forma rara de câncer no sangue, conhecida como distúrbio mieloproliferativo.

Pena de morte

A mulher foi condenada à pena de morte por um crime cometido em 1995, quando assassinou brutalmente sua colega Colleen Slemmer, e aguardava no corredor da morte há 30 anos.

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A detenta estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. No entanto, sobreviveu à aplicação da injeção letal, tornando-se a primeira prisioneira do estado a sobreviver a esse procedimento.

As primeiras palavras de Pike após recobrar a consciência, em 6 de outubro, no hospital, enquanto estava ligada a um respirador, foram: “Onde estou e quem são vocês?”. Em seguida, ela perguntou sobre a família de sua vítima, Colleen Slemmer, segundo informou Spivey.

Pike recebeu alta hospitalar em 10 de outubro e retornou à prisão, onde está detida há mais de 30 anos.