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Mundo

Estados Unidos detalha novas sanções econômicas contra Irã e aliados

Pacote de sanções dos EUA faz parte da Operação Pária Econômica, lançada pelo governo Trump como forma de pressionar Irã pelo fim da guerra

24/08/2026 15:32, atualizado 24/08/2026 15:35
Arte Carla Sena/Metrópoles sobre fotos Getty Images
Imagem colorida, Irã ameaça fechar Ormuz se EUA voltarem a atacar, diz TV iraniana - Metrópoles

O governo dos Estados Unidos detalhou a série de medidas da Operação Pária Econômico, que visa aumentar a pressão contra o Irã diante do impasse sobre um acordo de paz.

Entre as ações anunciadas nesta segunda-feira (24/8) pelo Departamento do Tesouro dos EUA estão novas sanções contra cerca de 60 entidades, indivíduos e embarcações que “permitem a imprudência do regime iraniano”.

Além disso, a administração Donald Trump afirmou que o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) vai aplicar sanções secundárias contra “qualquer pessoa” que mantenha negócios com o Irã nos setores de ativos digitais, tecnologia, ouro, aviação e transporte marítimo.

Empresas e embarcações da China, Suíça, Singapura, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos foram alvo de retaliações por envolvimento no transporte de petróleo iraniano.

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O início da operação econômica contra o Irã foi classificado pelo governo Trump como “Dia D”. O nome é uma referência à ofensiva de tropas aliadas contra a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, em 6 de junho de 1944.

Scott Bessent, chefe do Departamento do Tesouro dos EUA, afirmou que qualquer país, empresa ou entidade envolvida em negócios contra o Irã será removido do sistema do dólar americano. 

“Na Segunda Guerra Mundial, o Dia D marcou o início histórico de uma campanha com nossos aliados para alvejar e expulsar o inimigo de suas posições, inclusive em terceiros países”, explicou o secretário do Tesouro norte-americano. “Hoje, nesse mesmo espírito, estamos lançando um ataque econômico contra todos os laços econômicos que sustentam esse regime tirânico até que Teerã esteja sozinha”.

A nova série de medidas norte-americanas foi classificada por Teerã como “terrorismo econômico”.