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O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta sexta-feira (3/11), através de sua revista on-line “Al-Naba”, o atentado ocorrido em Nova York no último dia 31 de outubro. No entanto, os extremistas não apresentaram nenhuma prova da ação.

“Um dos soldados do Estado Islâmico na América atacou na terça-feira [31/10] um número de cruzados em uma rua de Nova York”, diz o texto. Porém, o artigo sequer cita o nome de Sayfullo Saipov, 29 anos, que confessou ter realizado a ação.

Normalmente, quando faz ataques na Europa, o EI reivindica a ação em questão de horas e já divulga imagens de seus terroristas – o que não ocorreu dessa vez. Tudo indica, portanto, que Saipov tenha se inspirado no grupo, mas não tenha recebido orientação ou treinamento direto.

Essa “influência” foi confirmada pela Polícia de Nova York, que encontrou milhares de fotos e quase uma centena de vídeos de execuções do Isis. O próprio Saipov disse, em depoimento, que se “inspirou” no EI e que realizou o ataque no Halloween para matar o maior número possível de pessoas.

Agora, Saipov responderá por terrorismo em um tribunal local, após matar oito pessoas.

Na quinta-feira (2/11), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Saipov deveria receber a pena de morte pelo crime – condenação não existente em Nova York, onde a pena máxima é a prisão perpétua.

 

 

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