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Auxiliar de Trump tenta explicar tarifa de 50% imposta ao Brasil

Desde segunda-feira (7/7), Trump tem notificado oficialmente os países sobre a implementação de tarifas unilaterais

atualizado

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O diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, Kevin Hassett, defendeu, neste domingo (13/7), as tarifas de 50% impostas pelo presidente Donald Trump contra o Brasil. Segundo Hassett, o presidente tem autoridade para impor as tarifas se considerar que há uma emergência nacional ou uma ameaça à segurança nacional.

Em entrevista à emissora americana ABC News, o diretor afirmou que, “o ponto principal é que o que estamos fazendo de forma absoluta e coletiva em todos os países é transferir a produção para os EUA para reduzir a emergência nacional.”


Trump x Lula

  • Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o presidente Donald Trump impôs tarifas de 50% sobre exportações brasileiras.
  • A taxa entra em vigor a partir de 1º de agosto e será cobrada separadamente de tarifas setoriais, como as que atingem o aço e alumínio brasileiros. Em abril deste ano, o Brasil já havia sido atingido pelo tarifaço de Trump, e teve seus produtos tarifados em 10%. Além disso, as taxas norte-americanas de 50% sobre aço e alumínio também afetaram o país.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que a resposta brasileira à taxação de Donald Trump será por meio da lei da reciprocidade: “Qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica”, escreveu Lula na rede social X.
  • Lula saiu em defesa do sistema judicial brasileiro e reforçou que o Brasil é um país soberano e com “instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém”.

Segundo o auxiliar de Trump, os EUA “têm um enorme déficit comercial que nos coloca em risco caso precisemos de produção nos EUA devido a uma crise de segurança nacional”, citando também as tarifas impostas a outros países.

“Bem, essas tarifas são reais se o presidente não conseguir um acordo que considere bom o suficiente”, afirmou o assessor.

De acordo com Hasset, as conversas ainda estão em andamento, e Trump já analisou algumas propostas de acordos comerciais com outros países.

Desde segunda-feira (7/7), Trump tem notificado oficialmente os países sobre a implementação de tarifas unilaterais na importação de produtos e bens. Com as cartas para México e UE, 24 parceiros foram taxados.

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