Ataque a tiros em Israel deixa um morto e cinco feridos
Ataque em cidades próximas à Cisjordânia deixou um morto e cinco feridos. Israel afirma ter matado os dois atiradores
atualizado
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Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas após um ataque a tiros registrado neste domingo (7/6) em uma região próxima à Cisjordânia ocupada por Israel.
Segundo autoridades israelenses, os dois suspeitos envolvidos na ação foram mortos pelas forças de segurança após uma operação de busca realizada por terra e ar.
O episódio ocorreu em diferentes localidades próximas à fronteira entre Israel e a Cisjordânia, elevando inicialmente o temor das autoridades de que houvesse múltiplos atiradores atuando de forma coordenada.
Pouco depois, novos chamados indicaram tiros em Tsur Natan, Tsur Yitzhak e nas proximidades do assentamento israelense de Sal’it, localizado dentro da Cisjordânia.
Diante da sequência de ocorrências, forças de segurança israelenses mobilizaram grandes contingentes militares para a região e iniciaram uma ampla operação de busca.
Inicialmente, a polícia confirmou a morte de um dos suspeitos e informou que procurava possíveis envolvidos adicionais. Posteriormente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram que os dois autores do ataque foram localizados e mortos.
Segundo os militares, um dos suspeitos foi abatido por policiais perto de Tsur Yitzhak. O segundo teria sido ferido durante a ação, conseguido fugir e sido localizado horas depois nas proximidades da cidade árabe de Tayibe, onde também foi morto.
As autoridades israelenses identificaram um dos atiradores como um cidadão palestino de Israel oriundo de Taybeh, cidade árabe localizada na região central do país.
Região foi colocada em alerta
A chefe do conselho regional responsável pela área, Oshrit Gani Gonen, afirmou à imprensa israelense que o cenário inicialmente esperado pelas autoridades desde os ataques de 7 de outubro de 2023 era a infiltração de militantes vindos da Cisjordânia ou da Faixa de Gaza.
“Não acho que ninguém imaginava que descobriríamos que os agressores eram cidadãos israelenses”, declarou.
Após o ataque, o Exército informou que cercou diversas aldeias palestinas próximas e fechou uma passagem utilizada para acesso à Cisjordânia.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, realizou uma reunião de avaliação da situação após o atentado e acompanha os desdobramentos do caso, segundo informou seu gabinete.





