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Milei fala em “campanha suja” ao votar em Buenos Aires

Candidato de ultradireita, Javier Milei é o favorito nas eleições da Argentina, que escolhe seu próximo presidente neste domingo (19/11)

atualizado

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Tomas Cuesta/Getty Images
Imagem colorida do candidato à presidência da Argentina, Javier Milei - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida do candidato à presidência da Argentina, Javier Milei - Metrópoles - Foto: Tomas Cuesta/Getty Images

O candidato da extrema direita Javier Milei votou neste domingo (19/11), na capital Buenos Aires, no segundo turno da eleição presidencial que disputa na Argentina. Ele chegou a seu local de votação por volta de 12h30 (mesmo fuso horário de Brasília).

Para o segundo turno, ele recebeu os apoios do ex-presidente da direita tradicional Mauricio Macri e da terceira colocada no primeiro turno e sua ex-adversária, Patricia Bullrich.

“Estamos satisfeitos. Houve um enorme trabalho diante da campanha de medo e toda a campanha suja que fizeram (a campanha opositora). Agora, que sejam abertas as urnas”, disse após votar.

Após ser recebido por uma multidão no local de votação, ele disse estar “muito tranquilo” e que a campanha “fez todos os esforços que poderiam ter sido feitos” no segundo turno.

Milei venceu as primárias e era tido como favorito, mas ficou em segundo lugar no primeiro turno, atrás do atual ministro da Economia, o peronista Sergio Massa.

Perfil

Nascido em Buenos Aires e formado em economia pela Universidade de Belgrano, o autodeclarado “anarcocapitalista” pertence à coalizão política Liberdade Avança. O grupo, liderado pelo próprio Milei, defende tendências conservadoras em temáticas sociais e postura ultraliberal em assuntos econômicos.

Entre suas propostas, está a ideia de fechar o Banco Central argentino – para essa ação, ele usa o termo “dinamitar”.

Esse é somente um dos pontos principais do programa anunciado por ele. Ainda há a dolarização da economia. Em entrevista ao jornal El País, ele elogiou o Equador por ter feito isso. “Os equatorianos são muito melhores do que os argentinos. Os números do Equador impressionam. A renda multiplicou por 10, e a inflação foi pulverizada”, avaliou.

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