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Mundo

Advogado de Trump critica fala de Lula durante debate com Flávio Bolsonaro

Advogado ligado a empresas de Trump criticou declaração de Lula sobre possível fim de imunidade parlamentar de Flávio Bolsonaro

19/10/2026 16:52
Acervo pessoal/ Martin de Luca
Martin de Luca

Martin de Luca, advogado que atua nas empresas Trump Media & Technology Group, criticou uma fala de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate entre os dois candidatos à Presidência, e acusou o presidente do Brasil de perseguir seu adversário político. A manifestação aconteceu nesta segunda-feira (19/10).

A acusação foi sustentada com base em uma fala do petista durante o debate presidencial no domingo (18/10). Na ocasião, o líder brasileiro afirmou que Flávio poderá ter problemas após o segundo turno das eleições, no próximo dia 25, pois perderia “imunidade”. “Se os seus amigos não estão deixando [as investigações] avançarem, agora elas vão”, afirmou Lula.

De Luca afirmou que Flávio não perderá sua imunidade parlamentar após a votação do próximo fim de semana, já que o senador tem mandato no Senado até 2027.

“Se evidências justificam uma investigação, elas a justificam independentemente do resultado da eleição. Se uma investigação avança porque o oponente do presidente perde, o resultado eleitoral se tornou uma condição para a aplicação da lei penal”, disse o advogado de Trump. “Lula forneceu a data. Ele deve ao país uma explicação sobre a autoridade que perseguirá Flávio assim que a eleição terminar”.

Atualmente, Flávio Bolsonaro é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). Um deles possuí relação com repassas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao filme Dark Horse, que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. O outro envolve a relação do senador com o advogado Willer Tomaz, por suspeitas de lavagem de dinheiro

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Martin de Luca esteve envolvido recentemente com ações contra decisões da Justiça Brasileira. Em junho do último ano, o advogado representou a Trump Media & Technology Group e a plataforma Rumble contra uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ofensiva aconteceu após o magistrado brasileira pedir a suspensão e remoção de perfis da Rumble. Entre eles do blogueiro Allan dos Santos, foragido da Justiça do Brasil desde 2021.