Saiba quem era mineira que morreu em acidente com ônibus nos EUA
Priscilla Ramos Mafalda, de 25 anos, era natural de Inhapim (MG) e morava nos EUA; mineira foi vítima de um acidente de trânsito
atualizado
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Belo Horizonte — A brasileira que morreu em um acidente de trânsito envolvendo um ônibus nos Estados Unidos, na madrugada de sexta-feira (29/5), foi identificada como Priscilla Ramos da Silva Mafalda, de 25 anos. Ela era natural de Inhapim, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.
Priscilla morava em Worcester, no estado de Massachusetts, e dirigia um carro que foi atingido durante a colisão na rodovia I-95, em Stafford County. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
Nas redes sociais, moradores da cidade natal da jovem lamentaram a perda e prestaram solidariedade à família da mineira.
“A família de Priscilla sempre foi muito querida. Compartilhamos da tristeza que hoje atinge seus familiares e amigos”, diz um dos textos.
Acidente
De acordo com o Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB, na sigla em inglês) o acidente aconteceu na Interestadual-95, uma das principais rodovias norte-americanas e que conecta estados como a Flórida, Nova York e Massachusetts. A batida ocorreu próximo ao Condado de Stafford, no estado da Virgínia.
O acidente teria sido causado por um ônibus que levava pessoas de Nova York para a Carolina do Norte. De acordo com informações preliminares, o motorista do ônibus estaria em alta velocidade em uma área de obras na rodovia, e não conseguiu frear a tempo quando viu as placas de aviso.
A reação tardia do motorista teria causado uma “ação em cadeia” e atingiu o carro de Priscilla. O veículo da brasileira, então, teria atingido o de uma família com quatro pessoas. As quatro também morreram em decorrência da colisão.
“Vaquinha”
A família de Priscilla precisou criar uma “vaquinha” para custear o translado do corpo para o Brasil. O financiamento coletivo arrecadou o valor necessário.
“A partir de agora, todo o valor arrecadado será destinado aos cuidados médicos, despesas hospitalares e ao processo de reabilitação dos sobreviventes que seguem internados”, informa a plataforma.





