Prefeitura muda canal de agendamento de serviços veterinários em BH
Atendimentos do CPV e UBS Animal passam a ser centralizados por novo número; SamuVET segue sem alterações

Belo Horizonte – O canal de agendamento para serviços veterinários do Complexo Público Veterinário (CPV) e da Unidade Básica de Saúde Animal (UBS Animal) foi alterado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A partir de agora, os atendimentos devem ser agendados exclusivamente pelo telefone 2888-0909, em ligação convencional. O serviço não funciona via WhatsApp.
Segundo a administração municipal, a mudança tem o objetivo de centralizar e agilizar o fluxo de atendimentos, facilitando a triagem e o encaminhamento das demandas.
Samuvet não sofre alterações
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Veterinária (Samuvet) segue com o mesmo canal de contato. Em casos de emergência envolvendo animais, a população deve ligar para o 2888-0000.
Após o primeiro contato, a equipe realiza a triagem e pode solicitar o envio de fotos e vídeos via WhatsApp para avaliação do caso e definição do tipo de atendimento.
Como funcionam os agendamentos
Ao ligar para o 2888-0909, o cidadão deve selecionar o ramal correspondente ao serviço desejado. O ramal 2 atende demandas do Complexo Público Veterinário (CPV), como consultas especializadas, cirurgias, internações e casos como esporotricose.
Já o ramal 3 é destinado à Unidade Básica de Saúde Animal (UBS Animal), responsável por consultas eletivas e atendimentos de menor complexidade, como acompanhamento clínico, dermatites e perda de peso gradual.
Números de atendimento
Entre janeiro e maio de 2026, o CPV realizou cerca de 6,3 mil atendimentos e mais de 1,1 mil cirurgias. Já a UBS Animal, inaugurada em abril, registrou 413 atendimentos no primeiro mês de funcionamento.
No mesmo período, o Samuvet contabilizou 299 ocorrências envolvendo resgates, atendimentos de emergência e recolhimento de animais domésticos e silvestres.
Programa de esporotricose
O CPV também mantém atendimento gratuito para gatos com esporotricose, doença fúngica que pode afetar animais e humanos. O programa inclui diagnóstico, acompanhamento, medicação e suporte alimentar durante o tratamento.
Entre janeiro e maio deste ano, foram registrados 646 atendimentos relacionados à doença na capital.


