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Minas Gerais

Ministra Cármen Lúcia lançará dois livros em BH nesta sexta (31/7)

O evento integra a programação do Sempre Um Papo. A participação é gratuita, com acesso por ordem de chegada, até a lotação do auditório

27/07/2026 19:20, atualizado 27/07/2026 19:26
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, discursa na abertura de evento comemorativo dos 30 anos da urna eletrônica Metropoles

Belo Horizonte – A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia Antunes Rocha será a convidada da próxima edição do Sempre Um Papo TCE Cultural. Durante o encontro, ela lança os livros “Pela mão do povo: Voto e democracia no Brasil”, publicado pela Bazar do Tempo, e “Princípio Constitucional da Solidariedade”, da Editora Fórum. A conversa será conduzida pelo criador do projeto, Afonso Borges.

O evento integra a programação do Sempre Um Papo, realizado em parceria com o TCEMG e o TCE Cultural. A participação é gratuita, com acesso por ordem de chegada, até a lotação do auditório.

O Sempre um Papo será realizado no dia 31 de julho, às 19h, no Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), na capital mineira. O endereço é avenida Raja Gabaglia, 1.315 – bairro Luxemburgo.

Sobre as publicações que serão lançadas

As duas obras abordam temas que fazem parte da trajetória da ministra, como a democracia brasileira, a soberania popular e a importância da Constituição na construção de uma sociedade mais justa e solidária.

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Em “Pela mão do povo: Voto e democracia no Brasil”, a ministra percorre a trajetória da democracia no país a partir da evolução do direito ao voto, dos períodos de autoritarismo e dos processos de redemocratização. O livro propõe uma reflexão sobre cidadania, participação popular e instituições democráticas, resgatando momentos marcantes da formação da República e seus impactos na atualidade.

“Princípio Constitucional da Solidariedade” analisa a solidariedade como um dos pilares da ordem constitucional brasileira. Na obra, Cármen Lúcia discute esse princípio pelo aspecto ético e jurídico, destacando sua importância para o fortalecimento da democracia. A partir da Constituição de 1988 e de sua aplicação na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o livro trata de temas como dignidade humana, justiça social e responsabilidade coletiva na busca por uma sociedade menos desigual.