MG: mulher morre após comer escondidinho de camarão; polícia investiga
Alérgica, a mulher estava sem os óculos e se serviu do escondidinho de camarão. Na hora que ingeriu o alimento, ela passou mal e morreu
atualizado
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Belo Horizonte – A morte de uma mulher de 67 anos, dep0is de comer um escondidinho de camarão em um restaurante na BR-040, será investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O caso aconteceu nessa terça-feira (9/6), no bairro Vale das Acácias, quando a família retornava para Goiás, depois de um passeio ao Rio de Janeiro.
De acordo com a ocorrência, durante a viagem, a mulher estava passando mal e, por isso, a família teve que fazer algumas paradas até chegar ao restaurante onde resolveram almoçar.
No local, a mulher, que é alérgica, se serviu do escondidinho de camarão. Ela estava sem os óculos e, somente na hora que ingeriu o alimento, foi avisada por uma das irmãs que o prato era feito com o fruto do mar.
Assim que comeu o camarão, ela sentiu falta de ar, ficou inconsciente e, apesar de algumas pessoas tentarem ajudar, o quadro evoluiu para óbito, confirmado pela equipe do Serviço Móvel de Urgência (Samu).
Sobre o restaurante
Nas redes sociais, o restaurante Chefão Neves postou uma nota em solidariedade à família e lamentando o ocorrido. Na nota o restaurante confirma que a mulher já estava passando mal antes de chegar ao estabelecimento.
“É com profundo pesar que lamentamos o falecimento de uma cliente (…). Segundo relatos de familiares aos profissionais que atenderam à ocorrência, ela já havia passado mal diversas vezes durante o trajeto, apresentando episódios de vômitos e fortes dores no peito, tendo inclusive recebido medicação durante a viagem”, diz nota.
O texto do restaurante confirma o fato de a família ter conhecimento sobre a alergia e diz ainda que a causa da morte não foi confirmada.
“A causa da morte somente poderá ser determinada pelos exames e procedimentos periciais competentes”, cita a nota.
O restaurante também informa que todos os pratos servidos no estabelecimento são identificados com os nomes e as composições.

Investigação
Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal dr. André Roquette, onde foi submetido a exames e, em seguida, liberado aos familiares.
A PCMG ressalta que aguarda a conclusão de laudos periciais para atestar as circunstâncias e a causa da morte.