MG: Justiça adia julgamento de acusados por chacina em festa infantil

Um dos acusados pela morte de três pessoas durante uma festa infantil em Ribeirão das Neves alegou problemas de saúde para adiar juri

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1 de 1 Imagem de escultura representando a Justiça -- Metrópoles - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Belo Horizonte — A sessão de julgamento dos acusados de participação na chacina ocorrida durante uma festa infantil, em maio de 2024, foi adiada nesta segunda-feira (13/4), em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte.

O julgamento seria realizado no Tribunal do Júri da comarca, mas acabou suspenso após a suspeita de infecção por tuberculose em um dos réus, o que impediu a presença dele na sessão.

O pedido de adiamento partiu das defesas de todos os acusados e teve concordância do Ministério Público. Segundo as partes, não seria possível realizar o julgamento de forma separada, sob risco de nulidade do processo. A avaliação é de que os oito réus devem ser julgados conjuntamente.

Diante da situação, o juiz responsável decidiu suspender a sessão para garantir o andamento regular do processo e o direito à ampla defesa. Ainda não há previsão para uma nova data de julgamento.

Relembre o caso

A chacina ocorreu durante uma festa de aniversário infantil e, segundo a Polícia Militar, teria sido motivada por um acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas.

O principal alvo seria Felipe Júnior Moreira Lima, de 26 anos, pai do aniversariante. Ele foi morto com 12 tiros.

Durante o ataque, o filho dele, Heitor Felipe, de 9 anos, e a prima, Layza Manuelly de Oliveira, de 11, também foram baleados e não resistiram. Outras três pessoas — uma adolescente de 13 anos, a mãe dela, de 41, e uma jovem de 19 anos — ficaram feridas e foram socorridas ao Hospital Risoleta Neves.

Heitor atuava nas categorias de base de clubes como Atlético e América.

De acordo com testemunhas, Felipe vinha recebendo ameaças havia cerca de três meses. A Polícia Militar aponta que ele teria ligação com criminosos ligados ao tráfico no bairro Morro Alto, em Vespasiano, e que o crime estaria relacionado à disputa por pontos de venda de drogas.

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