
Janones vê Cleitinho como "nome que o país espera" para romper polarização
Janones afirmou que Cleitinho não faz parte da esquerda "elitista e caviar" e nem da direita extremista, mas defende os interesses do povo
05/10/2026 09:24, atualizado 05/10/2026 09:47

Belo Horizonte — O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou, nesta segunda-feira (5/10), que o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), pode se tornar um nome nacional capaz de romper a polarização entre direita e esquerda no país.
Em uma publicação nas redes sociais, Janones disse conhecer Cleitinho pessoalmente, afirmou considerá-lo um amigo e fez uma aposta sobre o futuro político do governador eleito.
“Eu conheço o Cleitinho como pessoa, conheço seu coração e o considero um amigo, e acredito muito que ele pode ser o nome que o país tanto espera, e que será capaz de romper essa famigerada polarização que tanto mal tem feito ao nosso país”, escreveu.
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No texto, o deputado também tentou afastar Cleitinho de uma classificação exclusivamente à direita ou à esquerda. Segundo Janones, o governador eleito reúne posições associadas aos dois lados.
“Cleitinho é de esquerda, mas não dessa esquerda caviar nojenta, elitista e arrogante, que muitas vezes conversa mais consigo mesma do que com o povo”, escreveu. Para Janones, o mineiro representa uma “esquerda popular”, voltada a temas como salário, emprego, alimentação e dignidade.
Na sequência, o deputado afirmou que Cleitinho “também é de direita” e citou posições do governador eleito contrárias ao aborto e favoráveis à redução de impostos, à família e à fé. “Então ele é de direita ou de esquerda? Ele é POVO!”, escreveu Janones.
O deputado também atribuiu o desempenho eleitoral de Cleitinho à identificação do político com a população e disse que ele foi subestimado por sua origem e pelo jeito de se comunicar.
Cleitinho foi eleito governador de Minas Gerais no primeiro turno desse domingo (4/10), com mais de 55% dos votos válidos. O candidato do Republicanos derrotou Patrus Ananias (PT), que tinha o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



