Janones dá "missão mais importante" no canal de Lula: "Retomar símbolos".
Janones convocou apoiadores para publicar fotos vestidos de verde e amarelo, e fazendo o L, com o intuito de "resgatar" símbolo nacional
Belo Horizonte — O deputado federal André Janones (Rede-MG) convocou integrantes do canal “Exército do Lula” para uma mobilização nas redes sociais com o objetivo de “retomar” as cores verde e amarela, associadas aos apoiadores da direita. A proposta é que os participantes publiquem fotos usando as cores da bandeira brasileira e fazendo o “L”, em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em vídeo divulgado nesta sexta-feira (16/10), Janones classificou a iniciativa como a “missão mais difícil” do grupo até agora. Ele convocou os apoiadores para publicar as imagens neste sábado (17/10), às 9h em ponto, e pediu que ninguém faça as postagens antes ou depois do horário estabelecido.
“Não faça 9h01, não faça 8h59. É 9h da manhã. Vai ser um ato histórico, vai ser um ato lindo e, se a gente fizer sincronizado, vai ser notícia no país inteiro”, afirmou.
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Segundo o parlamentar, os participantes deverão publicar fotos no feed ou nos stories do Instagram, usando camisas da Seleção Brasileira, roupas verdes e amarelas ou a própria bandeira nacional. Quem não tiver peças nessas cores também poderá pintar o rosto.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Nós conquistamos as ruas de novo, conquistamos as redes sociais, agora nós vamos retomar os nossos símbolos”, declarou Janones.
O deputado afirmou que a estratégia busca enfraquecer a identificação dos bolsonaristas com as cores nacionais e atrair eleitores indecisos ou que não se identificam com a esquerda.
“Nós vamos tirar deles a última coisa que você tira de alguém quando você vence uma guerra: o senso de identidade. Nós vamos tomar deles essa identidade. Na verdade, tomar não, porque nunca foi deles. Essa identidade é do povo brasileiro”, disse.
Janones também convocou artistas, influenciadores digitais, deputados e vereadores a divulgar a mobilização. Ele pediu que produzam conteúdos próprios incentivando a participação, sem a necessidade de mencionar seu nome ou o “Exército do Lula”.
