Famílias fazem pressão por acordo após greve em escolas particulares de MG
Movimento acompanha negociações e cobra do sindicato patronal uma solução para o impasse entre escolas e docentes

Belo Horizonte – Famílias de estudantes de escolas particulares de Minas Gerais se mobilizaram nesta segunda-feira (28/9) durante a greve dos professores da rede privada. Em Belo Horizonte, faixas foram espalhadas em diferentes pontos da cidade com mensagens de apoio aos docentes e cobrança pela retomada das negociações coletivas.
O movimento reúne familiares que defendem uma solução negociada entre o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-MG) e o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinepe-MG). A paralisação está suspensa, mas as famílias afirmam que continuarão acompanhando o andamento das tratativas.
Representantes do grupo participaram de uma audiência de conciliação entre as entidades, acompanhando as discussões sobre o impasse envolvendo a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Segundo o movimento, a participação busca levar ao debate as consequências do conflito para estudantes e responsáveis.

Famílias acionaram a Justiça
Com autorização judicial, representantes das famílias também apresentaram petições nos dois processos relacionados à disputa. A iniciativa levou ao Judiciário preocupações sobre os impactos da paralisação e das negociações sobre a rotina escolar e a organização das famílias.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNas ruas, a mobilização desta segunda-feira cobra do Sinepe-MG a assinatura da CCT e uma saída para o impasse. As famílias afirmam apoiar os professores e defendem que as partes cheguem a um acordo que preserve direitos e permita a normalização das atividades nas escolas.
O movimento também destaca que estudantes e familiares são diretamente afetados pelo conflito trabalhista, especialmente diante das mudanças no calendário e na rotina escolar provocadas pela paralisação.
Enquanto as negociações continuam, famílias, professores e estudantes aguardam uma solução para a disputa entre as entidades que representam trabalhadores e escolas particulares de Minas Gerais.



