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Minas Gerais

Diretora é acusada de obrigar criança a ingerir urina em escola de MG

Criança de 10 anos teria sido forçada a ingerir o líquido como punição após urinar na garrafa de uma colega em escola municipal de Caxambu

21/08/2026 18:57, atualizado 21/08/2026 19:47
Google Maps / Reprodução
Escola Padre Correia de Almeida Caxambu

Belo Horizonte – Uma denúncia de violência contra uma criança é investigada na Escola Padre Correia de Almeida, que fica no Centro de Caxambu, no sul de Minas. Segundo familiares, uma diretora teria obrigado um estudante de 10 anos a ingerir urina como forma de repreensão após o aluno urinar na garrafa de uma colega. A prefeitura afastou os envolvidos para apuração dos fatos.

A Polícia Militar, o Conselho Tutelar e a Promotoria de Justiça acompanham a denúncia. O estudante foi ouvido e o caso segue sob investigação dos órgãos competentes.

Diante da denúncia, a Prefeitura de Caxambu afastou as pessoas envolvidas enquanto a situação é apurada. A medida foi adotada para permitir a investigação da possível ocorrência de violência institucional.

Prefeitura afastou as pessoas envolvidas

Em redes sociais, a Prefeitura de Caxambu informou que, assim que tomou conhecimento dos fatos, adotou providências e afastou as pessoas envolvidas.

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“Os supostos envolvidos foram imediatamente afastados de suas funções e foi instaurado processo administrativo próprio para a devida análise e apuração dos fatos, com observância do contraditório, da ampla defesa e do necessário sigilo”, diz nota.

O Executivo também afirma que o caso foi encaminhado às autoridades competentes para as devidas apurações, preservando a intimidade, identidade e proteção da criança.

“O município permanecerá colaborando com as autoridades responsáveis, abstendo-se de divulgar informações que possam comprometer as apurações em andamento”, cita nota.

Apurações

O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

“A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou um procedimento investigativo para apurar as circunstâncias dos fatos registrados na quinta-feira (13/8), em uma unidade escolar, no município de Caxambu. A investigação segue em andamento”, diz nota.